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Com goleada sobre Austrália, TV Cultura mantém audiência do 1º amistoso
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Eduardo Ohata

A transmissão do amistoso da seleção contra a Austrália pela TV Cultura, na manhã desta terça-feira, teve audiência de 2,2 pontos, no período, enquanto a bola rolou. Foi uma audiência praticamente igual à registrada na derrota para a seleção da Argentina, na sexta passada, quando registrou 2,3 pontos, segundo dados prévios referentes à Grande São Paulo.

Assim como na sexta-feira, a TV Cultura voltou a perder para a Globo, que manteve a média habitual de 11,4 pontos no horário (na sexta-feira obteve 11,3), em que exibiu o “Bom Dia Brasil” e o programa de variedades “Mais Você”.

Quem registrou uma grande variação foi a TV Brasil, que viu sua audiência cair pela metade, de 0,6 para 0,3 pontos, entre os dois jogos.

Os dados nacionais, consolidados, do amistoso de sexta-feira apontam que a Cultura alcançou 1,2 ponto; a TV Brasil, 0,9 e a Globo, 9,9 pontos.

A medição é do Ibope, com dados da Grande São Paulo.

Além de terem sido exibidos na TV, os jogos também foram transmitidos ao vivo pelo UOL e pela patrocinadora na área de telefonia da CBF.

A confederação levou os jogos ao mercado após não chegar a um acordo com a Globo, que vinha transmitindo as partidas da seleção.

Os dois jogos na Austrália foram produzidos pela CBF.


Impasse com Globo faz CBF correr para ter seleção na TV aberta em 2018
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Eduardo Ohata

A CBF terá que, por força da lei, garantir a exibição das partidas oficiais da seleção brasileira na TV aberta em 2018.

“Todos os jogos das seleções brasileiras de futebol, em competições oficiais, deverão ser exibidos, pelo menos, em uma rede nacional de televisão aberta, com transmissão ao vivo, inclusive para as cidades brasileiras nas quais os mesmos estejam sendo realizados”, dita o artigo 84-A da Lei Pelé.

O objetivo da inclusão desse artigo, em 2000, era impedir que algum grupo adquirisse os direitos das partidas da seleção nacional na TV aberta e fechada, não exibisse na aberta, obrigando quem quisesse assisti-las a adquirir um pacote de TV por assinatura. Porém agora criou, inadvertidamente, uma dor de cabeça para a CBF.

A confederação negociará em pacote, dentro dos próximos meses, os direitos dos amistosos e jogos oficiais da seleção para o próximo ciclo de Copa do Mundo. A entidade informou a interlocutores no mercado que pretende contratar uma agência para cuidar da negociação dos direitos.

Para os amistosos na Austrália, que não tinham a obrigatoriedade de exibição na TV aberta, a CBF comprou espaço na grade da TV Brasil após não chegar a um acordo financeiro com a Globo, que vinha exibindo os jogos da seleção, e também chegou a acordo, muito provavelmente semelhante, com a TV Cultura na TV aberta. Mas recebera negativas de Band, Record, na aberta, e não chegou a um consenso com emissoras de esportes na TV fechada.

É muito provável que para o contrato de longo prazo a ser negociado nos próximos meses pelos amistosos e jogos oficiais da seleção, a CBF irá preferir receber, e não pagar ou ceder graciosamente, pela transmissão das partidas da equipe nacional.

O segundo jogo acontece nesta terça-feira, às 7h, novamente com transmissão ao vivo da TV Cultura e TV Brasil. O UOL fará a transmissão pela internet e também pela sua página no celular. O primeiro amistoso, contra a Argentina, fez a Cultura quintuplicar sua audiência, porém não abalou a da Globo, que permaneceu a mesma das quatro sextas-feiras anteriores.

Os amistosos da seleção na Austrália também serão exibidos pelas mídias sociais da confederação e de sua patrocinadora na área de telefonia.

Mesmo que a CBF repita isso com os jogos oficiais da seleção, não a exime de buscar, obrigatoriamente, um parceiro na TV aberta, apesar do alcance e popularidade da internet.

“Não importa se a CBF abriu espaço na internet, isso não substitui o que está previsto em lei”, explica Heraldo Panhoca, jurista responsável pela redação da Lei Pelé, ao lembrar que o artigo 84-A não fazia parte da redação original da lei. “Ou seja, a confederação terá que encontrar, obrigatoriamente, uma TV aberta para exibir as partidas oficiais da seleção.”

Pessoas ligadas à CBF ouvidas pelo blog apontaram que a legislação ficou “antiga”, já que foi redigida antes que o acesso à internet estivesse tão popularizado como agora e antes até da criação das mídias sociais.


Mundial de Clubes lança leilão-surpresa e embola (mais) briga por direitos
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Eduardo Ohata

A agência responsável pela comercialização dos direitos do Mundial de Clubes pegou as emissoras de TV de surpresa ao avisar no fim do mês passado que o leilão para a edição deste ano e de 2018 da competição acontecerá no próximo dia 16.

Ou seja, quem quiser transmitir o Mundial de clubes, que já tem assegurado o Real Madrid, campeão da Champions, terá pouco mais de duas semanas para formular e apresentar proposta. A regra vale para todas as plataformas, inclusive TV aberta e por assinatura.

A Dentsu, agência que representa a Fifa na comercialização da competição, por determinação da entidade que controla o futebol mundial, escolheu pela primeira vez o bid (leilão) como forma de selecionar o vencedor.

A transmissão da última edição do Mundial de clubes foi compartilhada no Brasil por Globo/Sportv e Fox Sports.

O anúncio do Mundial de clubes embola ainda mais a disputa por direitos de TV nos próximos meses, nos quais, além do Mundial de clubes, estarão em jogo as transmissões das partidas da seleção, Champions, Libertadores e Premier League.

O leilão da Premier League pegou a todos de surpresa e do Mundial de clubes, parcialmente. Pior, eles acontecem com um intervalo de apenas um dia, justamente o feriado de Corpus Christi, nas próximas quarta e sexta-feira.

 

 


CBF fecha com TV Cultura transmissão dos amistosos da seleção na Austrália
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Eduardo Ohata

A CBF fechou com a TV Cultura a transmissão na TV aberta dos amistosos da seleção na Austrália, contra Argentina e Austrália, nos próximos dias 9 (sexta-feira) e 13 (terça-feira), em Melbourne.

Ambas acontecem às 7h (de Brasília).

As partidas, produzidas pela própria CBF, terão narração de Nivaldo Prieto e comentários de Pelé e Denilson.

No mercado, a opinião é a de que a CBF já conseguiu um de seus objetivos: chamar atenção do grande público aos dois amistosos, pelo espaço que a polêmica com a Globo ganhou na mídia.

Sob o comando de Tite, a seleção enfrentará seu tradicional rival, que estreia novo treinador, Jorge Sampaoli, que deixou o Sevilla.

No segundo amistoso, o Brasil, atual líder do ranking da Fifa, enfrenta a seleção local, 48ª na mesma lista.

A confederação já havia tentado parceria com a Band e a Record, mas acabou não chegando a um acordo com as duas emissoras de TV aberta.

A confederação, porém, já havia garantido a transmissão em um TV, ao adquirir espaço na grade da TV Brasil para a transmissão das duas partidas.

A CBF procura ainda parceiros entre as emissoras de TV por assinatura voltadas ao esporte para a transmissão das partidas. Ao menos uma delas confirmou ao blog que foi procurada pela confederação.

Os jogos também serão transmitidos via mídias sociais por dois patrocinadores da CBF, Itaú e Vivo.

A CBF e Globo, que vinha transmitindo os jogos da seleção, não chegaram a um acordo comercial. A confederação, então, levou os amistosos ao mercado.

 


Entenda por que Globo não entrou em disputa forte por amistosos da seleção
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Eduardo Ohata

“A Globo prefere atacado, e não varejo”. Essa frase do diretor de direitos esportivos da Globo, Fernando Manuel Pinto, explica o motivo que levou a emissora a não entrar em uma briga forte pelos direitos dos amistosos da seleção, contra Argentina e Austrália, nos dias 9 e 13, em Melbourne. E também deixa transparecer que foi uma questão financeira que inviabilizou a transmissão dos jogos pela Globo.

Após a negociação da CBF chegar a um impasse com a Globo, a confederação comprou espaço na grade da TV Brasil para transmissão da partida, levou negativas da Band e Record, negocia com uma terceira emissora de TV aberta e com canais de esporte na fechada.

O blog questionou o executivo sobre a polêmica que passou a envolver os dois amistosos da seleção, CBF e Globo. Mas Fernando Manuel, diplomático em relação à confederação, evitou se referir de forma específica aos amistosos da seleção brasileira.

“O Grupo Globo, assim como outros players de mídia que investem em direitos mundo afora, de fato valoriza as discussões de aquisição no atacado e não no varejo”, argumentou ao blog o executivo. “As propriedades se tornam mais interessantes quando contratadas com antecedência e por ciclo de competições, às vezes de seis anos, como fizemos com o Brasileiro [de 2019 a 2024], Copa do Brasil, Copa do Mundo e Olimpíada.”

O blog o questionou sobre o caso dos dois amistosos da seleção e, de novo, Fernando Manuel, evitou citar especificamente os dois jogos que vem causando polêmica com a CBF. Mas a explicação claramente cabe à situação.

“Em negociações pontuais muitas vezes não se consegue sequer mensurar, planejar e construir o retorno esperado ao investir nos direitos, além de não trazer a necessária segurança de que você estará ‘regando no lugar certo para colher os frutos esperados depois’. Só o longo prazo, com antecedência e preparação, traz isso”, apontou o executivo, ao fazer uma ressalva. “Isso não significa que não fazemos acordos pontuais, claro que fazemos, mas especialmente em produtos de alto investimento levamos em consideração o quão estratégico será, na venda do conteúdo aos patrocinadores e anúncio ao público, poder falar, ‘olha, tenho essa propriedade no meu portfólio até 2024’, por exemplo.”


CBF põe amistosos da seleção no mercado, mas não chega a acordo com Record
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Eduardo Ohata

A Record foi procurada por representantes da CBF, que ofereceram os direitos de transmissão dos amistosos da seleção com a Argentina e a Austrália, nos próximos dias 9 e 13, em Melbourne. Porém emissora e entidade acabaram não chegando a um acordo.

Os dois amistosos já haviam sido oferecidos à Band, que desistiu de exibi-los. Na TV aberta, até o momento, a transmissão está garantida pela TV Brasil, onde a CBF comprou um espaço para a transmissão.

Um obstáculo para um negócio desse porte ser fechado de última hora é que o pouco tempo até as partidas dificulta a captação da parte das emissoras de patrocinadores no mercado.

A busca da CBF por parceiros para a transmissão da partida, que no Brasil acontece no período da manhã, não se limita à TV aberta.

Entre as TVs por assinatura, pelo menos uma emissora confirmou ao blog ter recebido proposta da CBF.

As partidas também serão transmitidas por mídias sociais de patrocinadores da confederação.

A Globo, que vinha transmitindo as partidas da seleção com exclusividade e com quem a CBF negociava até o início de segunda-feira, não exibirá os amistosos, como revelou nesta segunda-feira reportagem da “Folha de S.Paulo”.

Desde o jogo da amizade, entre Brasil e Colômbia, há ruído na relação entre CBF e Globo. Naquela oportunidade, o sinal do jogo foi oferecido gratuitamente pela CBF a todas as emissoras.


Band desiste de transmitir amistosos da seleção na Austrália
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Eduardo Ohata

A Band não exibirá mais os amistosos da seleção brasileira em junho, contra Argentina e Austrália, nos dias 9 e 13, em Melbourne, na Austrália.

Fazia parte dos planos da CBF que as duas partidas tivessem exibição na TV Brasil, onde a confederação comprou horário para a transmissão, e também na Band.

O jogo também terá transmissão em plataformas digitais (Facebook) da confederação, com narração de Nivaldo Prieto, da Fox Sports, e comentários de Pelé.

A decisão da CBF aconteceu após não ter chegado a um acordo comercial com a Globo, com quem ainda conversava no fim de semana passado e início desta semana a fim de viabilizar a transmissão.

No jogo entre a seleção brasileira e a Colômbia, em homenagem às vítimas do vôo da Chapecoense, Globo e CBF já haviam discordado sobre questões relacionadas aos direitos de transmissão e não chegaram a um acordo.


Esporte Interativo se torna calcanhar de Aquiles de negócio de R$ 7 bilhões
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Eduardo Ohata

O canal Esporte Interativo, que disputa com a Globo os direitos na TV fechada do Brasileirão, se tornou o “calcanhar de Aquiles” da milionária fusão entre a Warner e a AT&T no Brasil.

A Warner é proprietária do grupo Turner, que por sua vez é dono do Esporte Interativo. Já a AT&T é a controladora no Brasil da operadora Sky, segunda maior força no setor de TV por assinatura, com mais de 5,3 milhões de assinantes.

No Brasil, Sky, mais HBO e Turner, em um cálculo conservador, devem faturar por ano mais de R$ 7 bilhões. Juntas, AT&T e Warner faturam mais de US$ 300 bilhões em todo o mundo.

Porém a fusão aguarda o aval das autoridades regulatórias no Brasil, no caso Cade e Anatel, que analisam a existência de um conflito de interesse. A Warner Brothers está à frente do caso pelo lado das emissoras.

O blog havia apontado em outubro passado que a aquisição da Time Warner pela gigante da comunicação AT&T respingaria no Esporte Interativo.

O artigo 5 da Lei do SeAC, que versa sobre “propriedade cruzada”, dita que uma operadora não pode ter controle sobre conteúdo. Ou seja, ambas não podem ter o mesmo proprietário.

Em nota técnica enviada ao Cade, a Ancine posicionou-se a favor do veto da aquisição da Time Warner pela AT&T no Brasil.

A defesa da fusão alega que o grupo não tem operações de programação no Brasil, apenas “representações comerciais”, e cita canais como a CNN, o TNT ou o Cartoon, que apenas retransmitiriam a programação original. Embora a dublagem/legendagem e inserção de comerciais locais já abra brecha para discussão da validade desse argumento.

Mas tal argumento é desmontado pela presença do Esporte Interativo no portfólio de canais da Turner, já que narração e comentários são produzidos no Brasil – fora o fato de que o canal negocia diretamente com clubes de futebol daqui os direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro a partir de 2019.

O que não deixa de ser uma grande ironia: antes, o problema da Turner era justamente não poder contar com um canal esportivo em seu cardápio, item considerado valioso em toda negociações com operadoras e também com o mercado anunciante.

Há no momento três caminhos especulados mais fortemente pelo mercado:

1) Venda do Esporte Interativo para algum outro grupo que não exerça atividade de distribuição;

2) Retirada do canal das operadoras e distribuição nas plataformas digitais;

3) Exibição jogo a jogo via aplicativos (venda avulsa)

As questões que surgem especialmente no caso de materialização do primeiro cenário são várias: os contratos podem ser repassados a outro canal no caso de aquisição por outro grupo, ou há cláusulas que impedem que isso aconteça? Os times que fecharam com o Esporte Interativo poderiam rescindir os contratos sob a alegação de que não querem perder a “janela” da TV por assinatura (para serem distribuídos exclusivamente via internet)?


Por que a CBF trocou a Globo pela TV Brasil nos amistosos na Austrália
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Eduardo Ohata

A Globo, que vinha transmitindo as partidas da seleção brasileira com exclusividade, não exibirá os amistosos da equipe nacional na Austrália.

A emissora chegou a abrir negociação com a CBF para a aquisição dos direitos das partidas da seleção com a Argentina, no dia 9, e com a Austrália, no dia 13, em Melbourne.

Além de fechar a transmissão com a TV Brasil e negociar com a Band, a CBF estuda fechar também com uma empresa de telefonia, no caso a Vivo, a transmissão dos jogos por celular. Dentro da confederação, são levadas fortemente em conta as possibilidades abertas com as novas tecnologias como as mídias sociais.

A Globo discorda que “esta seja a melhor solução para todas as partes” (veja a nota oficial ao fim do post).

A narração, de Nivaldo Prieto, da Fox Sports, e comentários, que ficarão a cargo de Pelé, serão feitos “off tube” (do estúdio da CBF TV) no Rio.

A CBF considerou vender em processo de bid (leilão) os amistosos no longo prazo (deste ano e dos seguintes), mas decidiu comercializar esses antes, de forma pontual.

Apesar de a Globo não ter fechado com a CBF, a emissora deve seguir negociando com a confederação os outros jogos da seleção.

A semente da transmissão própria pela CBF foi plantada no jogo da amizade, entre Brasil e Colômbia, quando a CBF mesma produziu a partida e cedeu o sinal a todas as emissoras. O episódio foi marcado por um desacordo nos bastidores entre CBF e Globo, que argumentou que o amistoso fazia parte de um contrato que já havia vencido. Foi o momento em que a confederação percebeu que também podia contar com o know-how no mercado para realizar transmissões desse porte.

A seguir, a nota oficial da Globo, sobre o assunto:

“O futebol sempre foi um conteúdo importante para o brasileiro e, por isso, é estratégico para a Globo e o SporTV.

Acreditamos que com compromissos de longo prazo conseguimos oferecer a melhor e mais completa experiência para o torcedor brasileiro, para as equipes, para os anunciantes e suas marcas. Foi pensando assim que adquirimos os direitos da Copa do Mundo até 2022 e que temos vários eventos e parcerias de longo prazo.

A CBF tinha planos de negociar os direitos dos Amistosos e das Eliminatórias da Copa 2022 na forma de bid (leilão fechado). Recentemente decidiu vender os dois jogos amistosos de junho de forma avulsa e, embora não acreditemos que esta seja a melhor solução para todas as partes, tentamos negociar mas não chegamos a um acordo.

O Grupo Globo defende um mercado de concorrência e acredita que tem a melhor solução de visibilidade e envolvimento para os eventos da nossa seleção, tanto pela audiência quanto pela qualidade de transmissão e modelo econômico, mas respeitamos se a CBF pensa diferente.

Nós mantemos o nosso compromisso como futebol e o nosso interesse em continuar trabalhando com a CBF na construção de acordos que sejam bons para todos -para a própria CBF, para o Grupo Globo, para anunciantes e suas marcas, mas sobretudo para o público torcedor apaixonado pelo futebol e pela seleção brasileira.”

Sem Neymar, Tite convoca seleção com Rodriguinho, G. Jesus e David Luiz


Pay-per-view e modelo europeu atraem à Globo clubes que fecharam com rival
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Eduardo Ohata

A perspectiva de aumentar os ganhos por meio do pay-per-view e o modelo europeu de distribuição da verba de TV, que será aplicado também à TV aberta pela Globo, atrai clubes que fecharam com o Esporte Interativo os direitos na TV fechada do Brasileiro a partir de 2019.

Ceará e Ponte Preta, clubes que acertaram os direitos da TV fechada do Nacional com o Esporte Interativo, assinaram contrato com a Globo na TV aberta e no Premiere (pay-per-view).

“Participar do pay-per-view e o fato de a TV aberta ter adotado o modelo europeu de distribuição do dinheiro [40% distribuídos igualitariamente para todos os clubes, 30% por performance e 30% por audiência] foram os motivos para a gente assinar”, explicou ao blog o presidente do Ceará, Robinson de Castro.

A divisão da verba do pay-per-view também obedecerá a participação proporcional de cada torcida na base de assinantes.