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Floyd Mayweather diz não estar mais pensando em estrear como lutador de MMA
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Eduardo Ohata

O ex-campeão mundial Floyd Mayweather Jr., que se aposentou invicto dos ringues de boxe, afirmou não estar mais pensando em estrear como lutador de MMA. No fim de março, o pugilista havia deixado aberta a possibilidade de estrear no octógono ainda este ano.

“No momento não estou pensando em lutar”, confirmou ao site da internet TMZ. Ele explicou que está ocupado no momento cuidando de sua família e de seus negócios no ramo imobiliário, no qual já investiu mais de US$ 100 milhões apenas em Nova York, e que isso é mais importante do que aprender uma nova forma de luta.

A revista “Forbes” revelou esta semana que Mayweather foi o atleta mais bem pago de 2018, graças à sua polêmica luta em agosto com Conor McGregor, que fazia sua estreia em um ringue de boxe. Em uma só noite, Mayweather recebeu US$ 285 milhões e melhorou seu cartel para 50 lutas, com igual número de vitórias.

Mayweather foi por muitos anos considerado pelos especialistas o melhor lutador em atividade, independente da categoria de peso.

 

 


Quem é a ‘Mayweather de saias’ e o que ela pensa do desafio de Cris Cyborg
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Eduardo Ohata

Imagem: Harry How/Getty Images

A colombiana naturalizada norueguesa Cecilia Braekhus, 36, é o mais próximo que há de uma versão feminina de Floyd Mayweather Jr. Invicta em 33 lutas, é dona dos cinco principais cinturões do boxe na categoria dos meio-médios (CMB, AMB, FIB, OMB e IBO), além de ser considerada pela “The Ring” a melhor lutadora feminina, independente de categoria de peso, desde que a publicação especializada passou a publicar um ranking, na edição de fevereiro de 2014.

É justamente Cecília que está na mira da brasileira campeã pena do UFC Cris Cyborg, que decidiu não renovar com o UFC para migrar para os ringues de boxe. Eleita “lutadora do ano” pela Associação de Cronistas de Boxe da América, Cecilia conhece Cyborg e está a par de que está na mira da brasileira.

O que a “Primeira Dama do Boxe”, como ela também é conhecida, acha disso?

“Eu adoraria lutar com Cyborg”, revelou Cecilia à “The Ring”. E o motivo envolve uma certa ironia. Cecilia acompanhou Cyborg e Holly Holm, com quem chegou a negociar para se enfrentarem no boxe, fazerem a luta de fundo do UFC 219 na T-Mobile Arena, em 30 de dezembro de 2017, em Las Vegas.

Imagem: Harry How/Getty Images

Foi aí que Cecilia tomou consciência de onde um duelo entre duas mulheres poderia chegar em termos de atenção e reconhecimento, além do sucesso comercial. “[O ex-campeão dos pesados] Wladimir Klitschko me disse que uma porta que se fecha é outra que se abre, e é isso que está acontecendo para nós duas, não sei o que teria sido se tivesse enfrentado Holly, mas [agora] eu adoraria enfrentar Cyborg”, revelou Cecilia, campeã desde 2009.

Se o duelo com Cyborg, que guardadas as devidas proporções, lembra um pouco o desafio entre Conor McGregor a Mayweather Jr., não sair do papel, Cecilia tem outras opções, como a americana Claressa Shields, que se sagrou bicampeã olímpica na Rio-2016, está invicta como profissional e quer enfrentar em um desafio em um peso combinado a primeira mulher a ter uma luta transmitida ao vivo pelo canal HBO em 45 anos. Ela tem ainda em sua lista Layla McCarter e Christina Hammer, dona de cinturões na categoria dos médios.

Em tom de brincadeira, Cecilia diz que só tem um problema, onde guardar seus cinturões. “E eles são muito pesados também [para carregar]…”, completa.

 

 


Com apenas uma luta, Ronda já é escalada para disputar título de telecatch
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Eduardo Ohata

Com apenas uma luta desde que assinou com a empresa de telecatch WWE, a ex-campeã e estrela do UFC Ronda Rousey foi escalada para disputar o título feminino do programa semanal “Raw” contra a gigante Nia Jax, no evento Money in the Bank, marcado para o dia 17 de junho.

A campeã Nia desafiou Ronda durante um evento em Nova York, durante uma entrevista, e à princípio Ronda apontou que fez apenas uma luta e que talvez houvesse outras atletas que merecessem mais a oportunidade, mas acabou por aceitar. Nia mede 1,83 m e pesa 109 quilos; Ronda mede 1,70 m e pesa 61 quilos.

A WWE, por meio de mídias sociais, confirmou a realização do combate.

Desde que assinou contrato com a WWE, Ronda participou de apenas uma luta, em 8 de abril, no evento Wrestlemania, no qual fez dupla com o campeão olímpico de luta greco-romana Kurt Angle. A dupla venceu os rivais Stephanie McMahon, filha do dono da companhia, e Triple H, diretor e lutador de telecatch.

A empresa de telecatch WWE tem apostado em Ronda, tanto que ela aparece com destaque nos ingressos, que já foram colocados à venda, para o evento Survivor Series, que acontece em 18 de novembro.

 

 

 


Grupo Globo oferece combates do UFC para quem não é assinante de TV paga
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Eduardo Ohata

O Grupo Globo decidiu oferecer o conteúdo do canal a la carte Combate, cuja principal atração são as lutas do UFC, por meio de celulares, tablets e computadores, para quem tem serviço de internet, independente de assinar ou não pacotes de TV por assinatura. O custo dessa nova modalidade de assinatura mensal do canal, que já está disponível, é de R$ 79,90.

Trata-se da primeira iniciativa do gênero do Grupo Globo ligado a um produto de esporte e que conta com transmissões de eventos ao vivo.

O timing do lançamento do produto, que já vinha sendo estudado há meses, foi escolhido para aproveitar o card do UFC no Rio, neste sábado, considerado uma grande atração por trazer a última luta da carreira de Vitor Belfort, que será justamente contra outro brasileiro, o também ex-campeão Lyotto Machida.

“O nosso objetivo é alcançar o público que não é assinante de pay tv, oferecendo uma nova experiência de consumo com produto de qualidade. Esse novo modelo fortalece a estratégia de distribuição e entendimento do consumidor com uma entrega cada vez mais customizada e assertiva”, explica Bianca Macksud, diretora de Marketing e Distribuição do Esporte Grupo Globo.

Para comprar o canal via internet, o público deverá acessar assinecombate.globo.com e optar pela versão avulsa do Combate Play.

O Grupo Fox anunciou no mês passado o Fox+, serviço de streaming independente de operadoras que engloba os canais Fox Premium, Fox, Fox Life, FX, National Geographic, Nat Geo Wild, Nat Geo Kids, Baby TV e Fox Sports, o que pesou na estratégia do Grupo Globo. O canal Esporte Interativo Plus também oferece seu conteúdo via streaming.

 


Sinônimo de valentia no MMA, Fabio Maldonado retomará carreira no boxe
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Eduardo Ohata

Conhecido por sua coragem dentro dos cages de MMA, Fabio Maldonado decidiu retomar a carreira como boxeador profissional, na qual está invicto com 25 vitórias, 24 por nocaute. O paulista, porém, não pretende abrir mão do MMA, pois “é o que paga as contas”.

O paulista diz que foi procurado por um grupo que o sondou para um combate com Oscar Rivas, um peso-pesado colombiano que está invicto com 23 vitórias. Ele também aponta que o promotor da promoção russa de MMA Fight Nights Global, do qual é campeão meio-pesado, é amigo do empresário do boxeador russo Denis Lebedev, campeão cruzador pela Associação Mundial de Boxe.

Maldonado tem luta de MMA prevista para o próximo dia 19, contra Nikita Krylov, na qual defenderá o cinturão da Fight Nights Global, em um evento que sofreu duas mudanças de data. “Decidi que vou voltar a boxear, apesar de que não posso deixar de lutar MMA, que é o que paga as minhas contas”, justifica Maldonado. “O ideal é que saia alguma luta de boxe logo depois dessa de MMA, para aproveitar o condicionamento, não preciso adaptar o estilo, porque no próprio MMA eu já uso muito o boxe.”

Em sua principal luta no MMA, Maldonado perdeu uma decisão majoritária (um dos jurados viu empate) para o peso-pesado Fedor Emilianenko, em uma luta cujo resultado gerou polêmica, já que muitos acharam que Maldonado venceu. No último fim de semana, no Bellator, a lenda russa precisou de apenas 48 segundos para nocautear o ex-campeão dos pesos-pesados do UFC Frank Mir.

“Fiquei feliz por ele [Fedor], mas o resultado ajuda também [indiretamente] a minha carreira”, festeja Maldonado.

 


Por que vou torcer por Fedor Emilianenko e contra Frank Mir no Bellator
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Eduardo Ohata

Quando o americano Frank Mir disputou a revanche com Rodrigo “Minotauro” Nogueira, em Toronto, em dezembro de 2011, fiquei hospedado no mesmo hotel que os lutadores no card do UFC. O card atraiu muitos brasileiros, pois além de “Minotauro”, seu irmão Rogério “Minotouro” lutou com Tito Ortiz e Lyoto “The Dragon” Machida desafiou Jon “Bones” Jones pelo cinturão dos meio-pesados.

Pois bem, na quarta-feira, tradicional dia de treino aberto dos lutadores do card, Mir entrou no hotel vociferando. Perguntaram para ele porque estava tão irritado. Olhou para os lados, e respondeu a seu interlocutor: “Você viu como o hotel está cheio de brasileiros?”

Perguntaram porque ele estava chegando naquele horário, pois sua apresentação no treino aberto estava programada para acabar mais cedo. “Para você ver como esses brasileiros só atrapalham minha vida, um deles chegou tarde e atrasou tudo. Hmpf”, disparou. No treino aberto, as apresentações vão se sucedendo em horários pré-determinados, se há um atraso, toda a programação atrasa.

Acho que é compreensível que desde esse episódio, no qual conheci um lado bem desagradável do norte-americano, passei a sentir antipatia em relação a Mir como indivíduo.

O próprio “Minotauro” costuma se referir a Mir como “menino mau”, e lembra que quando lideraram times rivais no reality “The Ultimate Fighter”, Mir humilhava os perdedores de sua própria equipe, que às vezes vinham falar com “Minotauro”, que oferecia uma palavra de conforto.

Por outro lado, mesmo se não tivesse conhecido esse lado de Mir, é fácil torcer por Fedor, uma lenda que sem dúvida alguma se aproxima de seus últimos dias dentro das jaulas de MMA (o desafio do falastrão Chael Sonnen após o russo ser derrotado por Matt Mitrione foi sintomático). Para chegar na década de 90 ao topo do torneio Pride, que à época disputava o posto de melhor promoção de MMA com o UFC, derrotou o imparável “Minotauro” e defendeu o cinturão contra um verdadeiro quem-é-quem do MMA. Muita gente acha que ele é o maior lutador de MMA da história, inclusive foi listado como tal pela conceituada publicação “Fighters Only”.

Podem até ser os derradeiros socos e chutes do “Último Imperador”, mas quando Fedor, 41, enfrentar Mir, 38, na noite deste sábado (28), no Bellator, às 22h, com Fox Sports, não deixa de ser uma oportunidade de assistir, e torcer, por Fedor em ação.

 

 

 


Ronda Rousey divulga visual de seu personagem em filme com Mark Wahlberg
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Eduardo Ohata

A ex-campeã e estrela do UFC, Ronda Rousey, hoje contratada pela firma de telecatch WWE, divulgou por meio de sua conta no Twitter uma foto com seu visual em seu próximo filme, “Mile 22”, com estreia prevista para 3 de agosto nos EUA.

A trama do longa-metragem gira em torno da história de um oficial de um agência de espionagem norte-americana cuja missão é resgatar em segurança um policial de um outro país. O filme é estrelado por Mark Wahlberg e tem parcipação de John Malkovich.

Desde 2014, a ex-medalhista olímpica já gravou 7 filmes.


The Rock afirma que era a primeira opção para fazer dupla com Ronda Rousey
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Eduardo Ohata

O ator e ex-lutador de telecatch Dwayne Johnson, conhecido como “The Rock”, confirmou que o dono da WWE, Vince McMahon, o procurou para fazer dupla com a ex-campeã e estrela do UFC Ronda Rousey, em sua luta de estreia na firma promotora de telecatch. Ele ainda deixou em aberto a possibilidade de no futuro participar de um enredo com Ronda na empresa de telecatch.

O astro de “Velozes e Furiosos 8” fez a revelação durante uma entrevista para promover o filme “Rampage” no Reino Unido, e mostra que a WWE está disposta a investir pesado para promover a nova carreira de Ronda, com quem assinou contrato de longa duração.

“Ele [McMahon] me ‘vendeu’ uma grande ideia que envolvia uma luta mista com Ronda, que é incrível, estou muito orgulhoso por ela, [e por seus rivais] Triple H e Stephanie McMahon”, afirmou o ator, ao acrescentar que a ligação de McMahon ocorreu há dois meses.

Uma dupla formada por Ronda e Johnson faria sentido para efeito de enredo, já que a medalhista olímpica de judô deu uma mãozinha justamente ao The Rock no Wrestlemania 31, bem antes de assinar o contrato de longa duração com a WWE.

Segundo o ator, apesar de seu entusiasmo pela proposta, sua participação no evento Wrestlemania 34 não foi possível por causa de ter se comprometido previamente com um evento promocional do filme em Xangai na mesma época do combate. “Nós [Johnson e McMahon] estávamos realmente entusiasmados ao telefone, quem sabe mais para a frente?”, contou Johnson.

Na ausência de Johnson, Ronda teve como parceiro em sua estreia na WWE o campeão olímpico na luta greco-romana Kurt Angle.

Já ficou claro que a WWE não poupará Ronda apenas para seus principais eventos, e a companhia já a escalou para participar de um tour de seu elenco pela Europa. A WWE já definiu a veterana Mickie James como sua adversária para o dia 19 de maio, em Paris.


Ronda Rousey: Os 7 passos para ir de campeã do UFC a estrela do telecatch
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Eduardo Ohata

A ex-campeã e estrela do UFC Ronda Rousey é um “nome” conhecido, que ao ser contratada pela WWE automaticamente atraiu a atenção do público em geral à programação da empresa. Sua estreia acontece neste domingo (8) no evento Wrestlemania. Mas só o “nome” de Ronda e o fator novidade são o suficiente para mantê-la como uma atração de sucesso no telecatch no longo prazo? Não!

Por isso, a WWE tem colocado em prática uma estratégia para Ronda evoluir como lutadora de telecatch ao mesmo tempo em que desenha o seu futuro dentro da companhia. Veja abaixo os sete principais passos nessa direção:

1-Não reinventar a roda: Os principais “ativos” que Ronda traz para o telecatch são a fama e a credibilidade do mundo do MMA. A boa notícia é que a WWE entendeu isso, e não deu a Ronda algum finalizador vistoso e acrobático. O perfil de “Rowdy” Ronda no site da WWE na internet informa que seu principal golpe é a boa e velha “chave-de-braço”

2-Calma aí: Ronda entrou muda e saiu calada em sua estreia no evento Royal Rumble, em janeiro (vídeo acima). Apesar da presença de Ronda em vários segmentos, ação foi sempre conduzida por terceiros e as falas de Ronda mantidas no mínimo necessário para não “queimá-la”.

3- A WWE escalou Ronda, mas preferiu não transmitir o segmento na TV: Quem acompanhou pela TV o programa “Raw” de 19 de março pela TV ficou confuso. Foi anunciada a presença de Ronda, divulgadas fotos de sua participação, mas só quem estava no ginásio acompanhou a ação contra Dona Brooks. Serviu para acostumar Ronda a atuar, no sentido literal da palavra, em frente ao público do telecatch, e ao mesmo tempo evitou expor ao grande público eventuais erros de uma iniciante.

4-Aprender a ‘falar’ e a improvisar:  Por serem ao vivo, Ronda admite que é mais difícil representar em segmentos do telecatch do que no cinema, onde um erro no set pode ser corrigido no take seguinte. Ronda demorou a “falar”, mas no episódio de 26 de março do “Raw”, Ronda mostrou que aprendeu a provocar reações do público com simples gestos, e a “falar” ao microfone, fazendo pausas que causam suspense, quando dividiu o ringue com as integrantes do grupo Absolution.

5-Planejamento a longo prazo: A rival de Ronda no Wrestlemania, Stephanie McMahon, não é uma atleta regular, mas a filha do dono da WWE, com participações reservadas a eventos especiais. Por isso, a empresa de telecatch aumentou o universo de Ronda, criando espaço para possíveis futuras rivalidades após o evento Wrestlemania, contra Dona Brooks e o Absolution. Qual a fé que a WWE deposita em Ronda? Ingressos do evento Survivor Series, marcado para novembro, trazem uma foto de Ronda

6-Telecatch não é MMA: Alguns vídeos dos treinamentos de Ronda foram divulgados (como este acima). O que dá para perceber claramente examinando-os é que a ex-campeã do UFC, ao contrário do que ocorria no UFC, tem trabalhado como aplicar golpes nas colegas de companhia sem machucá-las, adotando, por exemplo, o macete de atingir uma superfície plana com outra (ao agarrar a rival no ar e jogá-la de costas para a lona, ou acertar um clothesline, golpe com o qual atinge o peitoral da rival com seu antebraço).

7-Estreia em grande estilo: A WWE reservou para Ronda espaço precioso no principal evento de telecatch do ano, a Wrestlemania, neste domingo (8), em Nova Orleans. O efeito desse passo, nem Ronda sabe ainda como será, mas público e crítica especializada responderão dentro de algumas horas.


Rivais usam corpo de Ronda Rousey para quebrar mesa em evento de telecatch
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Eduardo Ohata

No último evento promocional para sua estreia oficial no telecatch, a ex-campeã e estrela do UFC Ronda Rousey foi arremessada pela rival Stephanie McMahon sobre uma mesa posicionada sobre o ringue, atravessou o móvel e o deixou em pedaços (confira o vídeo acima). A ação aconteceu durante um segmento do programa semanal “Raw”, na Phillips Arena, de Atlanta, nesta segunda-feira (2), com transmissão ao vivo pela TV.

O segmento imitava um debate, mediado pelo ex-apresentador da ESPN Jonathan Coachman, do qual participavam Ronda, seu parceiro no desafio de duplas mistas no próximo domingo, o campeão olímpico de luta greco-romana Kurt Angle, Stephanie, que é filha do dono da empresa de telecatch WWE, e seu marido e parceiro no desafio, Triple H, que é lutador e também diretor da WWE.

Tratou-se de uma “vingança” de Stephanie, rival de Ronda na estreia de Ronda no próximo domingo (8), no principal evento de telecatch do ano, a Wrestlemania, cuja edição deste ano acontece em Nova Orleans. Há algumas semanas, durante cerimônia de assinatura de contrato com a WWE, Ronda lançou Triple H sobre uma mesa, fazendo-o atravessar o móvel. Ronda tentava repetir a ação quando foi impedida por Stephanie nesta segunda.

O script do segmento desta segunda-feira “dialogou” com a história real de Ronda, quando Stephanie lembrou de “como Ronda costuma lidar com derrotas”, uma clara referência ao fato de a ex-campeã do UFC ter chegado a esconder o rosto no aeroporto de Los Angeles após perder o título do UFC por nocaute para a compatriota Holly Holm.