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Atletiba não alcança metade de público da TV aberta, mas cartolas festejam
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Eduardo Ohata

A transmissão do segundo jogo da final do Campeonato Paranaense, entre Atlético-PR e Coritiba, transmitido este ano por meio do Facebook e do YouTube, atingiu menos da metade do público da segunda partida da final de 2016, exibida pela Globo na TV aberta.

Apesar dos números, cartolas dos dois clubes festejam a mensagem representada pela inciativa conjunta e a vêem como vitoriosa.

Dados do Ibope mostram que o segundo jogo da final do Campeonato Paranaense do ano passado, de novo entre Atlético-PR e Coritiba, teve um alcance no Estado do Paraná de 2,6 milhões de pessoas. Ou seja, esse número de pessoas sintonizou para assistir a partida e a acompanhou em sua totalidade ou ao menos parte dela.

O segundo jogo da final do Paranaense deste ano, exibido pelo Facebook das equipes e YouTube, alcançou logo após a partida, 1,1 milhão de pessoas, número divulgado como total pelos sites “El País”, noticioso, e MKT Esportivo, utilizado como referência pelo mercado publicitário, entre outros veículos.

No caso do YouTube, porém, há que se fazer a ressalva de que um mesmo usuário pode ser computado mais de uma vez, se ele abandonar a transmissão e entrar novamente.

A audiência do segundo jogo da final do Paranaense de 2016 exibido na TV aberta foi de 1,4 milhão de telespectadores por minuto, contra 113 mil pessoas por minuto que acompanharam este ano o clássico regional por meio do Facebook e do YouTube, segundo medição realizada por agência digital.

Dirigentes do Atlético-PR e Coritiba festejaram a iniciativa, independentemente de alcance ou audiência.

“Temos consciência do evento histórico que foram as duas finais, e que os resultados foram plenamente atendidos, visto que sofremos uma concorrência muito grande. Todas as finais foram televisionadas pelas grandes redes. Mesmo com essa concorrência, fizemos números muito significativos. Além disso, a captação de patrocinadores foi muito satisfatória. Tivemos patrocinadores de peso, como Renault, Uber, Tim, Copel, Adidas. Por essas razões consideramos que tenha sido um grande sucesso”, informou o Atlético-PR, por meio de nota, ao ser questionado sobre os números, iguais, do clássico divulgados pelos veículos de mídia.

O Coritiba comemorou a ação em si, por conta da mídia espontânea gerada, audiência e benefícios em relação às mídias sociais.

O clube, porém, questionou a informação de alcance divulgado pela mídia, ao alegar que 1,1 milhão de pessoas correspondia ao Facebook do Coritiba, mas que precisava ser somado os números do Atlético-PR e os do Youtube. Além de apontar que o vídeo do jogo continua a ser visualizado. Mas não informou o número de alcance registrado logo após a partida que estaria correto.


Atlético-PR responde Globo sobre ausência de gols no compacto do Atletiba
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Eduardo Ohata

A direção do Atlético-PR respondeu, por meio de nota, o fato de não ter cedido à Globo os gols nos melhores momentos do clássico com o Coritiba, que foi transmitido exclusivamente pelo YouTube e Facebook.

“O CAP informa que enviou a todas as emissoras o correspondente a 3% da partida, conforme determina a Lei Pelé. O clube entende que os highlights são uma propriedade premium, extremamente valorizada em todo o mundo, e que os interessados devem pagar por este produto se assim desejarem”, diz a nota.

O primeiro jogo da final do Campeonato Paranaense teve três gols, todos marcados pelo Coritiba, porém nenhum foi liberado para as TVs.

Horas depois do clássico, o apresentador do “Fantástico”, da Globo, Tadeu Schmidt, comunicou aos telespectadores a não-liberação das imagens por parte dos clubes e lamentou ficar sem os gols do Atletiba.

Algumas emissoras de esporte da TV por assinatura chegaram a exibir os gols, mas provavelmente as imagens foram capturadas do próprio YouTube, já que apareciam nas imagens os logos das TVs CAP e Coxa.

Atlético-PR e Coritiba fecharam com o canal Esporte Interativo os direitos de seus jogos pelo Campeonato Brasileiro a partir de 2019. O SporTV, braço esportivo na TV por assinatura da Globosat, trava com o canal disputa pelos direitos de transmissão.

 


Atletiba escala novamente dupla do Esporte Interativo para transmissão
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Eduardo Ohata

O Atletiba, válido pelas finais do Campeonato Paranaense, que será transmitido neste domingo por meio do YouTube e Facebook, tem previsão de contar com profissionais do canal Esporte Interativo, o blog apurou com fonte de um dos clubes que participou da organização da partida no decorrer da semana.

No primeiro Atletiba, pela fase de classificação, previsto para 19 de fevereiro, mas adiado para 1º de março, após a Federação Paranaense de Futebol alegar que havia profissionais não-credenciados em campo, a transmissão via mídias sociais teve narração de Giovani Martinello, comentários de Felipe Rolim e reportagem de Bruna Dealtry, três profissionais do Esporte Interativo.

O programado para o primeiro jogo da final é que a narração e comentários estejam, novamente, a cargo de profissionais do Esporte Interativo, que farão a transmissão “off tube”, ou seja, do interior de um estúdio e longe da arena. O sinal gerado no Paraná seguirá para o Rio, de onde a transmissão será realizada. Possivelmente será repetida no estúdio a dupla Martinello e Rolim, salvo imprevisto, a fonte ressalvou.

O que não corre risco algum de sofrer alteração é o fato de a reportagem não contar novamente com Bruna. Quem ficará a cargo da função é a dupla Carol Carvalho (TV CAP) e Jaqueline Baumel (Coxa TV), que participaram da transmissão anterior. Segundo a fonte ouvida pelo blog explicou, o objetivo da utilização das repórteres dos clubes é fortalecer a identidade das agremiações junto às suas respectivas torcidas.

Apesar da utilização de profissionais do Esporte Interativo, a fonte ouvida pelo blog ressaltou que se trata de uma transmissão independente produzida pelos clubes, e não do canal. Apontou, para fortalecer sua argumentação, que os custos da transmissão, gratuita para os torcedores, estão sendo bancados por Atlético-PR e Coritiba, e não pela emissora.

O Esporte Interativo trava especialmente com o SporTV um duelo por direitos de transmissão. O que mais ganhou destaque foi o duelo pelos direitos do Brasileiro para a TV por assinatura a partir de 2019. Atlético-PR e Coritiba fecharam com o Esporte Interativo.

O polêmico Atletiba de 1º de março é investigado pelo Ministério Público e Procon do Paraná, que buscam apurar responsabilidades.


Para Ministério Público e Procon, Atletiba polêmico ainda não terminou
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Eduardo Ohata

O polêmico Atletiba, previsto para 19 de fevereiro e adiado para 1º de março, é investigado pelo Ministério Público e Procon do Paraná. Neste domingo, praticamente dois meses após a polêmica, os clubes voltam a se enfrentar, pelas finais do Paranaense.

Os documentos referentes ao episódio já estão nas mãos de autoridades das duas entidades, que buscam o responsável para a não-realização da primeira partida. Elas entendem que houve prejuízo para os torcedores que compareceram ao estádio e que não puderam acompanhar a partida, válida pela primeira fase do Campeonato Paranaense.

“Há, efetivamente, um procedimento aberto. O Ministério Público do Paraná recebeu as informações dos envolvidos e agora está analisando os documentos”, informa, por meio de nota, o Ministério Público do Paraná. “Em suma, os clubes culpam a federação, que por sua vez responsabiliza os clubes. Este é o atual estado do procedimento: recebidos os documentos solicitados pelo Ministério Público do Paraná, o caso está sendo analisado.”

O Procon, por sua vez, além de confirmar a investigação, acrescenta que divulgará um parecer “em breve”.

“… A investigação preliminar instaurada em faze da Federação Paranaense de Futebol, bem como dos clubes Atlético-PR e Coritiba está sendo analisada pela divisão jurídica deste departamento, que em breve proferirá parecer concluindo pela responsabilização ou não de algum ou de todos os envolvidos…”, informou, também por meio de nota, o Procon-PR.

Segundo o órgão, se de fato for identificado um ou mais culpados, o valor da multa pode chegar a R$ 8 milhões.

A polêmica envolvendo o Atletiba surgiu quando o confronto previsto para o dia 19 de fevereiro foi adiado para 1º de março.

A Federação Paranaense de Futebol alegou que havia no gramado profissionais que não haviam feito o pedido de credenciamento com 48 horas de antecedência como de praxe. Como resultado, o jogo foi adiado. Os dois clubes tentavam fazer uma transmissão independente, por meio de mídias sociais, já que não assinaram com a Globo na TV aberta.

A partida acabou acontecendo em 1º de março, com transmissão por meio do YouTube e Facebook, com narrador, comentarista e repórter do canal Esporte Interativo, que trava uma disputa por direitos do Brasileiro com o SporTV, braço no esporte da Globosat.

Os dois jogos das finais, entre Atlético-PR e Coritiba, cujo primeiro acontece neste domingo, na Arena da Baixada, serão novamente transmitidos pelas suas redes sociais no YouTube e Facebook.


Veja porque grupo que fechou com EI cria figura jurídica para negociar TV
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Eduardo Ohata

O medo de que algum clube “pulasse fora do barco” em meio às negociações fez com que o grupo de cinco clubes que fecharam os direitos de TV fechada com o canal Esporte Interativo e agora negociam TV aberta e pay-per-view com a Globo criar se unir por meio de uma pessoa jurídica.

O grupo é integrado por Palmeiras, Santos, Bahia, Atlético-PR e Coritiba.

“Com isso, queremos evitar que um dos clubes ‘roa a corda’, ou seja, dê para trás, como já aconteceu”, explica Pedro Henriques, vice-presidente do Bahia, em referência a agremiações como Fluminense e São Paulo. “Os presidentes, vices ou departamentos jurídicos dos cinco clubes já se reuniram várias vezes, em Curitiba, em São Paulo, e nosso objetivo é formalizar juridicamente nossa união.”

Por mais contraditório que pareça, a união do quinteto em uma pessoa jurídica é positiva até para a Globo, com quem negociarão.

O fato de terem anunciado por meio da mídia que estavam negociando em bloco, mas sem formalizar a união, começou a tornar as negociações confusas para executivos de TV, o blog apurou. Eles não têm segurança de que quando um cartola de um clube alega falar pelos outros, ele de fato tem “procuração” para representá-los e por isso, não sabem qual o “peso” conferir a seus discursos.

A formação de uma pessoa jurídica para negociar eliminaria esse tipo de confusão.

Desde a implosão do Clube dos 13, em 2011, os clubes não se uniam em torno de uma pessoa jurídica para fazer negociações em bloco.


Negócios de família atrapalham retorno de Levir Culpi para o Coritiba
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Eduardo Ohata

Prata da casa do Coritiba, onde iniciou a carreira como jogador, Levir Culpi foi procurado pelo presidente do clube, Rogério Portugal Bacellar, mas recusou o convite para dirigir a equipe. O treinador alegou motivos pessoais.

Bacellar chamou para si a responsabilidade de contratar um novo treinador, pois chegou a seu conhecimento que havia gente se apresentando como representante do clube conversando com técnicos.

“Só falei com o Levir, que não aceitou por sua família ter negócios na cidade, e com o Marcelo Oliveira, que declinou também por motivos pessoais”, esclareceu o presidente. “Não falamos com mais ninguém, mas estão saindo na mídia nomes que jamais pensamos aqui para o Coritiba.”

O blog apurou que houve o caso de um treinador que foi procurado por quatro “representantes” do Coritiba que não tinham a permissão do clube para falar em seu nome.

Segundo Bacellar, quanto mais rápido um técnico for contratado, melhor, mas sem pressa para não cometer erros. Enquanto isso, a equipe seguirá comandada pelo interino Pachequinho, que inclusive fez um estágio na Europa.

O cartola aproveitou para rebater as críticas de Carpegiani, que ao deixar o comando do time criticou a ausência de reforços pedidos, a falta de compreensão e paciência da parte da diretoria.

“Pode ter faltado compreensão, mas os resultados não vieram. Acho que ele criticou por estar magoado. Se ele [Carpegiani] estivesse no meu lugar de dirigente, acho que ele teria demitido o Carpegianni. Dos reforços que ele pediu, acho que só o Ricardo, do Rioverdense, e o Longuine, do Santos, não vieram. Todos os outros foram de comum acordo com a comissão técnica, da qual ele fazia parte”, argumenta Bacellar. “A gota d’àgua foi a derrota para o Asa de Arapiraca, um jogador nosso paga o time inteiro deles.”


Atletiba que não ocorreu é investigado e a multa pode chegar a R$ 8 milhões
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Eduardo Ohata

O Ministério Público e o Procon do Paraná abriram investigação para apurar os responsáveis pelo adiamento do clássico regional entre Atlético-PR e Coritiba, previsto para o último domingo. Só a multa, dependendo do que for constatado, pode chegar a R$ 8 milhões.

O Procon instaurou no dia seguinte ao clássico que não aconteceu um procedimento investigatório e já notificou a Federação Paranaense de Futebol e os dois clubes. O órgão quer ouvi-los para concluir de quem foi a culpa para aplicar as penalidades e pedir restauração ao bolso do público, que pode ir além do valor dos ingressos. Muitos arcaram com custos extra, com deslocamento etc.

O Estatuto do Torcedor prevê que para uma partida mudar de data isso tem que ser avisado com 48 horas de antecedência. Porém o clássico de domingo deixou de acontecer com milhares de pessoas já no interior do estádio.

Segundo o Procon, se de fato for identificado um ou mais culpados, o valor da multa pode chegar a até R$ 8 milhões.

A Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor de Curitiba instaurou nesta terça um procedimento para apurar o cancelamento.

Segundo o Ministério Público, os clubes e a federação deverão prestar contas, detalhadamente, do que ocorreu e se responsabilizar pelos danos causados aos torcedores que compareceram ao estádio. Porém a promotoria preferiu não falar sobre valores no momento.


Contrato de Globo tem cláusula para recuperar Atlético-PR e Coritiba
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Eduardo Ohata

O contrato da Globo/Globosat pelo Campeonato Paranaense que acaba de ser fechado inclui cláusulas que permitem o aumento de valores pagos aos clubes, no caso da adesão de Atlético-PR e Coritiba e a rediscussão de alguns termos, o blog apurou.

O acordo, que tem duração de três anos, e portanto não tem caráter provisório, foi assinado nesta quarta-feira com dez times da competição, mas não inclui Atlético-PR e Coritiba.

A dupla alega discordância com os valores, porém não apresentou contraproposta financeira.

O contrato da Globo, bastante sofisticado e complexo, abre então uma brecha para a discussão de valores, e prevê um cenário de adesão de Atlético-PR e Coritiba, com um mecanismo que majora os valores já apresentados.

A eventual exploração de outras mídias fora a TV aberta, como TV fechada e pay-per-view, ficará para a próxima temporada, dado que o Paranaense inicia dentro de poucos dias.


Torcida boicota jogo de time e rende toneladas de comida a ação beneficente
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Eduardo Ohata

Torcida que prefere assistir por telão do que ao vivo partida de seu time, que aconteceu em sua própria cidade, e que festejou o jogo, mesmo com vitória do rival? Esse foi o saldo do último, e polêmico, Atletiba.

A última edição do clássico entre o Coritiba e o Atlético-PR aconteceu na Vila Capanema, estádio do Paraná, porque apesar de o mando de campo ser do Furacão, pois uma apresentação do tenor italiano Andrea Boccelli fora marcada para a mesma data para a Arena da Baixada.

A torcida do Coritiba, irritada com os ingressos oferecidos por salgados R$ 200, entendeu que era ela que iria subsidiar o custo do aluguel da Vila Capanema e iniciou campanha para boicotar o jogo “in loco” e  para que o clube transmitisse o clássico em um telão no Couto Pereira.

Mesmo com o time atrás no marcador, um burburinho começou no segundo tempo entre os torcedores do Coritiba no estádio que acompanham o jogo por rádio.

Pouco depois, o sistema de som do Couto Pereira repassou a informação, que fez a torcida vibrar: o público na Vila Capanema, formado majoritariamente por torcedores do Atlético-PR era de cerca de 6 mil pessoas, e o presente no Couto Pereira, para assistir o jogo no telão, era de aproximadamente 10 mil pessoas.

A receptividade à iniciativa surpreendeu a direção do time, que pretende realizar outras ações semelhantes no futuro, independente de polêmicas com o rival local.

O real ganhador do clássico? Instituições beneficentes, que receberam 10 toneladas de alimento (a admissão ao estádio era um quilo de alimentos não-perecíveis).


São Paulo entra na disputa com Palmeiras por meia Raphael Veiga
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Eduardo Ohata

O São Paulo entrou na disputa pelo meia do Coritiba Raphael Veiga, que interessa também ao Palmeiras.

Segundo o blog apurou com partes dos dois clubes envolvidas nas negociações do jogador, um representante do clube do Morumbi pediu para ser informado sobre os valores oferecidos por outros interessados (leia-se Palmeiras), dando a entender que poderá cobri-los.

Os direitos federativos do meia pertencem hoje ao Coritiba (70%) e ao Grupo Pão de Açúcar (30%). Porém o Audax tem a preferência de compra dos 30% do jogador. Ou seja, a negociação pode se arrastar por incluir quatro pontas.

A chegada do meia no São Paulo encaixaria no planejamento da comissão técnica do clube do Morumbi, que trabalha com a saída de Michel Bastos.

O presidente do Coritiba, que gostaria de manter o atleta, irritou-se com o Palmeiras. Alega que primeiro “fizeram a cabeça” do jogador. Por isso mesmo, pede que agora o Palmeiras fale primeiro com seus parceiros na negociação antes de falar com o clube.