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Wlamir Marques volta a comentar na ESPN em série decisiva para Corinthians
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Eduardo Ohata

O bicampeão mundial Wlamir Marques voltará a comentar basquete para a ESPN, após um hiato de dois anos, justamente em uma série decisiva que envolve a equipe de São José dos Campos e o Corinthians, time que ajudou a conquistar os títulos Brasileiro e Sulamericano na década de 60.

As equipes disputam a decisão da Liga Ouro, competição que dá acesso ao campeão à NBB, primeira divisão do basquete nacional. A primeira partida da série melhor-de-cinco acontece neste sábado (16), às 20h30, com transmissão da ESPN e das plataformas WatchESPN e ESPN Play.

“Mudei para o Tatuapé e tenho assistido os jogos do Corinthians, que voltou com o basquete, deu meu nome ao ginásio do clube [em 2016], então é uma obrigação eu acompanhar”, conta Wlamir, cuja última participação nos microfones da ESPN havia sido durante a Olimpíada Rio-2016. “Eu já tinha planejado ir sábado ao ginásio assistir a partida, agora devo comentar lá do estúdio.”

Se conseguir acesso ao NBB, o Corinthians fará companhia a outras equipes que possuem camisas tradicionais no futebol, como Flamengo, Vasco, Botafogo e Vitória. O time de São José ficou fora das últimas duas edições da NBB, mas tem cinco títulos paulistas e o Brasileiro de 1981.

 

 

 


ESPN Brasil já decidiu o que transmitirá no horário das partidas da Copa
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Eduardo Ohata

A ESPN Brasil já definiu o que exibirá no horário das partidas da Copa do Mundo: O novo programa “Tempo Real”, que terá a participação de seis apresentadores, e mais um “elenco de apoio” que, ao vivo, por meio de mídias sociais, irá tirar dúvidas do telespectador sobre arbitragem, táticas e estatísticas.

O formato do programa foi pensado para ser atraente, especialmente, ao público acostumado a interagir em tempo real com mídias como o Facebook e o Twitter. A ESPN abriu mão de negociar os direitos de transmissão de TV desta edição do Mundial.

Gravação de um episódio-teste do “Tempo Real”, em um dos diversos cenários do programa

Em cenários separados, três duplas formadas por Alex Tseng e Luciano Amaral; Dudu Monsanto e Fernando Nardini e Flavio Ortega e Renan do Couto, apresentarão a atração. Eles acionarão, enquanto a bola estiver rolando, especialistas, como o ex-árbitro Salvio Spinola, o especialista em estatísticas Ricardo Spinelli, ou os comentaristas da casa. As duplas, e eventualmente os convidados dividirão, a tela em dois cenários distintos, e convidarão o público a participar ao vivo da transmissão com perguntas e comentários que poderão ser enviados aos apresentadores por meio das mídias sociais.

Assim, quando houver um lance duvidoso, Spinola dará sua opinião se foi ou não, pênalti, se houve ou não impedimento ou se a expulsão foi ou não correta. O programa acompanhará também como reagem as redes sociais de jogadores e seleções, além de trazer o histórico dos jogadores em Copas.

A ideia é que, enquanto o telespectador acompanha a partida, a ESPN Brasil funcione como uma “segunda tela”, mais ou menos como acontecia muito há até pouco tempo, quando um telespectador assistia o jogo pela TV e acompanhava a narração pelo rádio. Mas, em vez de um narrador alternativo, o canal buscará proporcionar pelo conteúdo que poderá ser acessado também via celular, tablet ou computador, informações que enriqueçam a experiência de assistir as partidas.

De um outro cenário, os comentaristas irão interagir com os apresentadores

Os comentaristas foram divididos por seleções: Alemanha (Gerd Wenzel), Argentina (Mauro Cezar Pereira), Bélgica (Mário Marra), Espanha (Paulo Calçade), França (Stéphane Darmani), Inglaterra (Rafael Oliveira), México (André Kfouri), Portugal (Leonardo Bertozzi) e Uruguai (Gian Oddi).

 


Melhor luta de boxe do ano só sai do papel graças à… Liga de softbol??!
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Eduardo Ohata

A negociação até que fosse confirmado o duelo desta noite entre Vazyl Lomachenko, “lutador do ano de 2017” e um dos três melhores boxeadores da atualidade, que desafia o venezuelano Jorge Linares, campeão dos leves pela AMB e pela “The Ring”, sobreviveu a guerra entre TVs e empresários. E, no fim, quem levou o “obrigado” foi a liga norte-americana de softbol?

Com o cancelamento da revanche entre Gennady Golovkin e “Canelo” Alvarez e a unificação dos pesados entre Anthony Joshua e Deontay Wilder longe de virar realidade, a luta entre o ucraniano e o venezuelano é, ao menos no papel, o melhor até agora no calendário do boxe internacional, e por pouco quase não aconteceu.

Linares é contratado da Golden Boy Promotions, do ex-campeão Oscar de la Hoya. Lomachenko tem como promotor Bob Arum, da Top Rank, com quem De la Hoya tinha chegado a cortar relações (a situação melhorou de lá para cá).

Fora isso, a Top Rank havia reservado a data de 12 de maio no canal ESPN e o Madison Square Garden para a defesa de título de Lomachenko, sem um desafiante definido, e Linares estava louco para ser o adversário do ucraniano.

O problema é que a HBO, canal com quem De la Hoya tem contrato e exibe seus principais cards, tinha programado outra luta (Sadam Ali x Jaime Munguia) para o mesmo dia e horário. É claro que o “Golden Boy” não queria se queimar com a HBO. Mas dada a insistência de Linares, que conquistou títulos em três categorias de peso e é considerado pela prestigiosa publicação especializada “The Ring” como o verdadeiro campeão dos leves, De la Hoya resolveu se mexer e fazer algo a respeito.

Como a Golden Boy Promotions também manda alguns cards na ESPN, Eric Gomez, presidente da GBP, perguntou à ESPN se não seria possível antecipar em uma hora o início do eventual card encabeçado por Lomachenko x Linares para não conflitar com o card da concorrente HBO. A ESPN concordou, algo até certo ponto surpreendente em se tratando de negociações envolvendo emissoras de TV rivais. Só havia um último obstáculo: A liga de softbol teria de mexer em sua tabela para antecipar em uma hora uma partida, cuja transmissão estava prevista para o mesmo horário que o combate entraria no ar. A liga concordou, salvando a luta.

“A luta não teria sido possível sem a ESPN [e sua boa vontade], e se estamos agradecendo, temos que agradecer à liga de softbol, porque eles mudaram o horário [da partida]”, festejou Arum.

E, foi assim que o melhor peso-leve da atualidade, Linares, ganhou a oportunidade de defender o título dos leves contra Lomachenko, uma das estrelas do ringue na atualidade, e que no amadorismo construiu um cartel de 396 vitórias e 1 derrota, antes de passar ao profissionalismo e ganhar seu primeiro cinturão mundial na terceira luta.

O canal SporTV 2 tem previsão de exibir os dois cards a partir das 19h55.

 


Possível oferta de US$ 60 bi em dinheiro ameaça união de Fox Sports e ESPN
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Eduardo Ohata

A aquisição de propriedades da Fox, incluindo os canais Fox Sports de territórios fora dos Estados Unidos, pela Disney, dona da ESPN, por US$ 52 bilhões, passou a ser ameaçada por uma possível oferta de US$ 60 bilhões, em dinheiro, da Comcast.

A operadora americana de TV paga pediu um empréstimo ponte a bancos de investimento para viabilizar a oferta. A Comcast levará adiante seus planos, dependendo da decisão positiva da Justiça americana de permitir ou não a compra da Time Warner pela AT&T, uma situação muito similar à eventual aquisição dos ativos da Fox por ela. Se a Justiça permitir a aquisição da AT&T, seria interpretado como um “sinal verde” aos planos da Comcast.

Coincidência ou não, fontes ligadas às emissoras no Brasil ressaltaram nos últimos dias que Fox Sports e ESPN não podiam ainda ser considerados co-irmãos, já que o negócio precisa do aval da agência antitruste americana. Por isso, repetiram, os dois canais não fazem “jogo de equipe” na compra de direitos de TV e tampouco “colocaram o pé no freio” nas negociações de aquisições de propriedades que os interessam. A justificativa vinha na forma de questões: “E se a aquisição for barrada nos EUA? Como é que fica o canal que deixar de adquirir programas e competições para sua grade confiando que tudo vai dar certo?”

Embora executivos da Disney tenham manifestado despreocupação em relação à oferta da Comcast, a cautela é adotada quando se fala no reflexo do negócio.

O vice-presidente executivo da ESPN, Russell Wolff, visitou afiliadas pelo mundo, incluindo a ESPN Brasil, explicando detalhes sobre a aquisição do Fox Sports, como o cronograma, e como a aquisição impacta o lançamento do aplicativo da ESPN, lançado há poucas semanas no mercado norte-americano.

Ele explicou que, se sair a aquisição da Fox pela Disney, que por seus cálculos levará ainda entre 12 e 18 meses, a ESPN terá uma gama de direitos de TV diferente da que o canal tem atualmente.

 

 


Prazo para definir TV que exibirá Francês expira. E Neymar é um dos motivos
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Eduardo Ohata

O prazo para análise dos lances do leilão dos direitos de TV do Francês no Brasil expirou, sem que fosse declarado um vencedor. Os lances encaminhados pelas emissoras de TV em meados de janeiro à agência BEin, que representa o torneio, perderam sua validade.

O título da temporada 2017/18 do Francês foi definido com cinco rodadas de antecedência neste domingo (15), com uma goleada de 7 a 1 do PSG, que garantiu o título, sobre o Monaco, campeão da temporada passada. A falta de competitividade do Francês, demonstrado pelo placar do fim de semana, foi apontado como um fator a trabalhar contra um leilão de TV bem-sucedido no Brasil.

Mas as dúvidas em torno do futuro de Neymar é que foram decisivas em deixar os executivos de TV inseguros em relação ao Francês. Os recorrentes rumores de que o brasileiro estaria insatisfeito no PSG e que deseja voltar à Espanha, aliados à contusão no pé direito do meia, fez com que executivos brasileiros decidissem por “não cometer loucuras” ao disputar os direitos, e até afugentou emissoras.

Atrapalhou também o afunilamento de diversos leilões de direitos esportivos nos últimos meses, como o das partidas da seleção brasileira e o da Libertadores, para citar apenas os dois mais aguardados.

A aposta do mercado, agora, é que os direitos de TV do Francês retornem ao mercado, com uma forte tendência de que o formato de leilão seja descartado, em favor do mesmo “corpo a corpo” que marcou a negociação dos direitos do Mundial de Clubes da Fifa, cujos direitos de transmissão foram definidos entre a Dentsu, representante da Fifa, e Globo apenas às vésperas do início da competição.

Inicialmente, o Francês, turbinado pela presença de Neymar no PSG, atingiu índices de audiência imbatíveis, catapultando SporTV e ESPN na liderança não apenas entre os pares esportivos, mas em toda a TV paga, incluindo canais de filmes, desenhos e variedades.

Antes da inesperada transferência de Neymar do Barcelona ao PSG, o Grupo Globo, detentor dos direitos do Francês, havia indicado que não pretendia renová-los.


Globo não recebe proposta e exibirá sozinha Brasileiro-2018 na TV aberta
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Eduardo Ohata

A Globo exibirá sozinha na TV aberta o Brasileiro-2018 que começa no próximo fim de semana. Nenhuma outra emissora apresentou proposta à Globo, que tampouco foi ao mercado buscar parceria, mas que sinalizou que estava aberta a negociar um sublicenciamento.

O Grupo Globo só fechou na TV por assinatura acordos de sublicenciamento de produtos como hightlights do Nacional, um pacote melhor do que o compacto que por lei é obrigado a ceder a outros canais, com a ESPN, e highlights e VT de jogos com o Fox Sports.

Na TV aberta, a mais tradicional parceira da Globo, a Band, que por anos exibiu partidas do Brasileiro e do Paulista, não fez proposta pelo Nacional. Em 2016, a emissora paulista anunciou dias antes do início do Brasileiro que “por questões financeiras” decidira não exibir a edição do Brasileiro daquele ano, e desde então não exibiu mais o Nacional, o Estadual e também desistiu da Copa do Mundo.

Na rodada de abertura, o Corinthians, campeão da edição passada, enfrenta em casa o Fluminense, às 16h, no domingo (15).


ESPN adquire direitos de versão feminina da Champions e de ligas de vôlei
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Eduardo Ohata

A ESPN adquiriu os direitos de TV da Champions League de futebol feminino, além de competições femininas de vôlei, como o Italiano, a Champions League e o Montreaux Masters, que conta com a participação da seleção brasileira, que inclusive defenderá o título de campeã da competição.

A maior parte das partidas dessas ligas de vôlei serão exibidas no canal ESPN Extra, quarto canal da emissora, que tem o esporte feminino como um dos destaques da sua programação.

“Os novos acordos reforçam o nosso comprometimento com o esporte feminino, ampliando a visibilidade da plataforma espnW, levando aos fãs de esportes algumas das principais ligas femininas nas mais diversas modalidades”, aponta Carlos Maluf, diretor de aquisições, programação e novos negócios da ESPN no Brasil.

Nesta semana, o canal ESPN Extra e o WatchESPN exibem as finais do basquete feminino da NCAA, com reprise dos jogos na ESPN e ESPN+. As semifinais acontecem na sexta (30) e a final, no domingo (1).


ESPN renova com Djalminha e Fábio Luciano para evitar assédio pré-Copa
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Eduardo Ohata

A ESPN Brasil agilizou para esta semana a renovação dos contratos dos ex-jogadores e comentaristas Djalminha e Fábio Luciano. O canal, há semanas, ligou o sinal de alerta em relação aos contratos de comentaristas boleiros que estavam para expirar.

Trata-se de um processo de blindagem para se proteger do assédio de emissoras rivais, que estão no mercado à procura de “talents” com perfil boleiro às vésperas da Copa do Mundo da Rússia, e que havia se tornado um motivo de preocupação, o blog apurou.

Com essa estratégia, a direção do canal garantiu a permanência na emissora do time-base de uma de suas principais atrações, o “Resenha ESPN”, programa exibido nas noites de domingo. O quinteto de ex-jogadores formado por Zetti, Amoroso, Luizão, Zé Elias e Alex já havia renovado com o canal, enquanto o ex-palmeirense Cesar Sampaio foi contratado pela emissora na semana passada.


Elite do surfe mundial renova contrato de TV com ESPN por mais dois anos
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Eduardo Ohata

A WSL (World Surf League), elite do surfe mundial, e a ESPN renovaram o contrato de direitos de TV pelos próximos dois anos. O acerto engloba transmissões pela TV por assinatura, bem como mídias digitais, no caso o WatchESPN.

A ESPN Brasil transmite todas as etapas do circuito mundial desde 2010. Este ano, o calendário da elite do surfe começa com a etapa de Gold Coast, na Austrália, no dia 11 de março, e termina em Pipe Masters, no Havaí , no dia 20 de dezembro. Está prevista a transmissão dos Mundiais masculino, feminino e também de eventos de ondas gigantes.

O Brasil estará representado nesta temporada por 11 surfistas brasileiros, dentre os 34 atletas que perseguem o título: Adriano de Souza, o “Mineirinho”, Gabriel Medina, Caio Ibelli, Filipe Toledo, Ian Gouveia, Ítalo Ferreira, Jessé Mendes, Michael Rodrigues, Tomas Hermes, Willian Cardoso e Yago Dora. Entre as mulheres, Silvana Lima é a representante do país entre as 17 competidoras na elite feminina.

“Os fãs de esportes no Brasil sempre tiveram afinidade com esportes radicais e a ESPN possui em seu DNA a exibição dessas modalidades. É gratificante ampliarmos nossa parceria de quase uma década com a WSL e seguirmos disponibilizando o melhor surfe do mundo aos fãs brasileiros”, comemora Carlos Maluf, diretor de aquisições, programação e novos negócios da ESPN Brasil.

“Estamos entusiasmados em continuar nossa parceria com a ESPN e oferecer o melhor surfe do mundo para nossos fãs brasileiros”, festeja Joe Carr, diretor de estratégia da WSL. “O Brasil é o lar de uma série de atletas da Liga Mundial e do campeonato de ondas grandes, e esse talento será exibido durante a temporada.”

Tags : ESPN WSL


Efeito Neymar: TVs fazem propostas, mas leilão do Francês segue indefinido
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Eduardo Ohata

O leilão para o Brasil dos direitos de TV do Francês, turbinado pela participação de Neymar, foi realizado pela agência BEin há mais de um mês. Mas até agora não foi anunciado o vencedor da disputa, processo que geralmente leva menos de uma semana para acontecer.

O fator Neymar é uma faca de dois gumes: Ao mesmo tempo em que catapultou os índices de audiência do Francês no Brasil, mesmo com partidas do PSG exibidas simultaneamente pela ESPN e SporTV, os insistentes rumores de que Neymar pode deixar o clube francês diminuiu, e muito, o apetite dos executivos das emissoras do Brasil por apresentar lances mais ousados para três ou seis anos, os dois formatos apresentados. Os discursos pré-leilão nas TVs iam do conservador “ninguém aqui vai fazer loucuras” ao desinteresse total pelos direitos da competição, cujos direitos no Brasil vencem ao final da temporada atual, no meio deste ano.

Diante do silêncio dos representantes do Francês, que até o feriado de Carnaval não haviam se pronunciado sobre o vencedor do leilão dos direitos de TV, executivos das emissoras brasileiras trabalham com três cenários:

1) As propostas pelo Francês ficaram aquém do que gostariam e o vencedor não foi anunciado porque a agência ainda estuda se reconhece como vencedor o autor do maior lance, ou volta ao mercado.

2) A agência espera o melhor momento para propor e realizar uma segunda rodada de lances, mesmo com a perspectiva dos leilões da Libertadores e Champions, entre outros, nos próximos meses.

3) As emissoras serão procuradas para um corpo-a-corpo, como aconteceu com o leilão do Mundial de Clubes, que se estendeu durante meses e cujo acerto saiu em cima do início da competição.

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