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Arquivo : Seleção brasileira

Seleção atrai à Globo em SP e Rio 5,5 mi a mais de espectadores no horário
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Eduardo Ohata

A vitória da seleção brasileira sobre o Japão, na manhã desta sexta-feira, rendeu à Globo mais audiência do que os programas femininos que tradicionalmente ocupam o horário na grade: Só em São Paulo e Rio, somados, foram pouco mais de 5,5 milhões de espectadores a mais de pessoas do que o número que costuma acompanhar a programação no horário.

Em São Paulo, a transmissão da vitória do Brasil por 3 a 1 rendeu à emissora de TV aberta 12 pontos, quatro a mais do que a média das últimas quatro sextas-feiras, segundo medição prévia realizada pelo Kantar Ibope.

No Rio, o jogo também atingiu quatro pontos a mais do que as últimas sextas-feiras, mas com 14 pontos, dois pontos a mais do que em São Paulo.

A partir deste ano, cada ponto de audiência corresponde a 245.702 domicílios e a 688.211 espectadores.

Ou seja, em cada uma das duas praças, o amistoso rendeu cerca de 982.808 domicílios a mais ligados na Globo no horário e 2,7 milhões de espectadores a mais do que nas manhãs de sexta-feira. Somados daria pouco mais de 5,5 milhões de pessoas a mais.


CBF ofereceu tratamento privilegiado ao negociar direitos de TV da seleção
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Eduardo Ohata

O pacote oferecido pela CBF durante as negociações dos direitos de transmissão dos jogos da seleção até 2022 incluiu “tratamento privilegiado” à emissora de TV que os adquirisse. As tratativas entre a confederação e diversos canais se arrastaram durante semanas.

O Grupo Globo fechou contrato para TV aberta, fechada e pay-per-view, que faziam parte do pacote “A”, na última sexta (27). A emissora já havia adquirido o pacote “B”, com direitos não-exclusivos para mídias digitais, anteriormente.

Durante o período de negociação com emissoras de TVs, representantes da confederação desfilaram uma série de motivos para a aquisição dos direitos de 37 jogos da seleção brasileira, sendo 28 amistosos e 9 jogos de eliminatórias a serem disputados em casa.

Uma das vantagens citadas era o “tratamento privilegiado, porém sem exclusividade”, para a equipe da emissora na cobertura da seleção. A lógica era de que o privilégio facilitaria ao parceiro construir uma robusta programação de apoio para os jogos a ser exibidos por ele.

Foi dada ênfase à facilidade de acesso à seleção brasileira para eventuais filmagens adicionais. Também foi citado o acesso ao hotel e treinos (mediante credenciamento com a Fifa, Conmebol ou CBF). Sobre as questões de logística, foi oferecida à emissora vencedora ingerência na decisão do horário do pontapé inicial dos jogos.

Representantes das emissoras, porém, ouviram também pedidos de contrapartidas, como a responsabilidade da produção das partidas que forem disputadas no Brasil e pagamento de taxa no caso dos jogos disputados fora de casa. Também foi pedida a exibição do cronômetro da CBF, provavelmente para permitir a exposição da marca de seus parceiros comerciais.

Os emissários da CBF lembraram aos interlocutores que a audiência dos jogos da seleção na TV aberta supera, além dos mais variados eventos esportivos, estrelas da programação não-esportiva, como novelas da Globo e da Record, o “Jornal Nacional”, os reality shows “Masterchef”, da Band, e “Big Brother”, da Globo, e o programa “Silvio Santos”, do SBT, entre outros.

As partidas que dão início ao contrato recém-fechado com a Globo são os dois amistosos que acontecem em novembro.


Globo e CBF assinam contrato por direitos de jogos da seleção até 2022
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Eduardo Ohata

Globo e a CBF fecharam contrato dos direitos de transmissão por TV aberta, assinatura e meios digitais de um pacote de jogos da seleção brasileira, que inclui 9 eliminatórias e 28 amistosos, até 2022.

O acordo tem início com os dois amistosos de novembro, contra Japão e Inglaterra. A reportagem do UOL havia antecipado que a Globo transmitirá as duas partidas. As próximas partidas do pacote acontecem em março, e serão contra a Rússia e Alemanha.

A CBF havia organizado meses atrás, em parceria com a agência Synergy, um leilão por dois pacotes de direitos das 37 partidas.

O pacote “A” incluía os direitos exclusivos para a TV aberta, por assinatura e pay-per-view com exclusividade, e a possibilidade de sublicenciamento a outras emissoras, e os direitos não-exclusivos para plataformas digitais; o pacote “B” contemplava apenas os direitos para mídias digitais, mas sem exclusividade.

Foi anunciado, em setembro, que a Globo ganhara os direitos do pacote “B”, mas não houve lances para o pacote “A”.

O pacote “A” inclui as duas partidas desse ano. Não estão contemplados no pacote as eliminatórias da Copa disputadas fora de casa.

Amistosos estão estrategicamente previstos para os meses de março e junho de 2018, 2019 e 2022, para servir como “aperitivos” das Copas de 2018, 2022 e para a Copa América de 2019, que acontecerá no Brasil.

Em junho, sem chegar a acordo com a Globo, a CBF exibiu dois amistosos da seleção na TV Cultura e na TV Brasil.


Globo aposta em seleção brasileira na final para transmitir Mundial sub-17
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Eduardo Ohata

A Globo abriu espaço em sua grade para transmitir ao vivo o jogo da seleção sub-17, contra a Inglaterra, quarta (25). A decisão foi tomada após a emissora notar o retorno de mídia obtido pela equipe, ao mesmo tempo em que aposta em sua capacidade de promoção e em uma final com brasileiros.

O canal acredita que a exibição da semifinal funcionará como divulgação de uma eventual decisão entre a seleção brasileira e a equipe vencedora da outra semifinal. A exibição da decisão, domingo, está condicionada à presença do time verde-amarelo.

A Band, por meio de um acordo de sublicenciamento com a Globo, exibiu as partidas anteriores do Mundial na TV aberta. No domingo, durante o período em que mostrou o empolgante jogo da seleção contra a Alemanha, no qual a seleção ganhou de virada, ficou em quarto lugar na audiência, com média de 3,8 pontos de audiência, share de 7,2% e pico de 6,2, atrás da Globo, Record e SBT.

A Globo entende que os jogos do Mundial, em geral, têm produzido bons números e aponta para os picos de audiência. Além disso, crê que, impulsionada por sua programação e um trabalho de promoção, a partida de amanhã poderá atingir melhores índices de audiência do que os obtidos pela Band. Internamente, a partida contra a Inglaterra é visto como um “investimento” para a decisão.

Para mostrar Brasil x Inglaterra, a partir das 9h30 (de Brasília), a Globo não exibirá o programa “Bem-Estar” e, caso a partida vá para os pênaltis, ela “invadirá” o programa “Encontro com Fátima Bernardes”. A iniciativa está em linha com recentes experimentos da emissora, com a abertura na grade da TV aberta para a transmissão de competições como a Liga Mundial de vôlei e, no caso do futebol, da Recopa e da Supercopa da Uefa.

A Band confirmou que também transmitirá a partida, ao vivo, com narração de Téo José e comentários de Neto.


Record e Band cogitam concorrer com Globo por jogos da seleção brasileira
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Eduardo Ohata

Record e Band mostraram interesse nos últimos dias de participar do leilão organizado pela CBF pelos jogos da seleção brasileira, incluindo eliminatórias da Copa e amistosos. O Grupo Globo, por sua vez, não escondeu que participaria da disputa pelo pacote.

As diretorias de Record e Band contemplaram nas últimas semanas a possibilidade de participar do leilão, segundo foi confirmado ao blog. Circulou no mercado que SBT também participaria, embora a emissora paulista tenha desqualificado oficialmente a informação.

Não foi confirmado, no caso de Record e Band, se suas cúpulas finalmente decidiram dar lances.

A Band é parceira da Globo de longa data e a Record mostrou interesse pelos direitos de futebol em 2011, no caso pelo Brasileiro, mas de última hora acabou não apresentando um lance. Porém inflacionou o mercado para a Globo.

O prazo final definido pela agência Sinergy, contratada pela CBF para organizar o leilão, para a apresentação de propostas se encerra esta terça-feira (19), às 11h.

Houve um incremento nos valores pedidos pelas partidas já que da parte da CBF há o entendimento de que havia uma margem grande entre o que se cobrava e o lucro que a Globo vinha obtendo, o blog apurou.

A emissora ou grupo que vencer o leilão ficará com a tarefa de cuida da produção das transmissões dos jogos.

A Sinergy ofereceu ao mercado dois pacotes, que contemplam 37 partidas da seleção nacional deste ano até 2022: O primeiro dá direito de transmitir todos os jogos em qualquer plataforma de televisão (aberta, fechada, pay-per-view) e digitais (internet, celular, aplicativos, mídias sociais etc). Já o segundo dá o direito de transmitir pelas plataformas digitais. Para o primeiro pacote, o preço mínimo é de US$ 3,5 milhões por partida. No segundo pacote, cada jogo tem o valor mínimo de US$ 500 mil.

Uma emissora ou grupo pode ter a exclusividade total se ganhar o leilão pelos dois pacotes.

Em junho, a CBF levou amistosos da seleção ao mercado, após não chegar a um acordo comercial com a Globo, que por anos vinha transmitindo os jogos da equipe nacional. A TV Cultura transmitiu as duas partidas na TV aberta.


CBF contrata agência que leiloará direitos de TV dos jogos da seleção
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Eduardo Ohata

A CBF contratou a agência Sinergy para negociar os direitos de TV dos jogos da seleção brasileira de futebol.

A suíça Sinergy tem à frente e o executivo Patrick Murphy, que trabalhava na agência Team Marketing e representava os direitos comerciais de competições da Uefa, como a Champions e a Liga Europa.

O leilão substituirá a negociação tête-à-tête com as emissoras adotada previamente pela confederação.

Nas últimas semanas, executivos de redes de TV abertas e fechadas foram abordados por representante da Sinergy, que falou em nome da CBF e ofereceu os direitos de TV das partidas da seleção, que cobrem o próximo ciclo inteiro, até 2022.

O pacote inclui eliminatórias da Copa do Mundo-2022 que serão disputadas a partir do ano que vem e amistosos da equipe nacional.

No caso das eliminatórias, a CBF pode negociar nove partidas, as que acontecem dentro de casa.

Independentemente do resultado do leilão, porém, a Globo ainda exibirá algumas partidas da seleção brasileira pelas eliminatórias, já que tem os direitos sobre aquelas que acontecem neste semestre.

Não está claro se os amistosos que acontecem nos próximos meses entram no pacote ou se irão ser oferecidos separadamente, como os amistosos da seleção contra Argentina e Austrália, que foram exibidos pela TV Cultura em junho.

Tampouco foi informado se o leilão incluirá direitos para todas as mídias em um único pacote (TV aberta, fechada, internet etc) ou se as propriedades serão comercializadas separadamente.

A expectativa do mercado, por conta dos amistosos deste semestre, é de que a definição do leilão aconteça até setembro.

Partes próximas à negociação afirmaram que o ex-executivo da Globo Marcelo Campos Pinto participa de negociações da CBF. Contatado pelo blog, o ex-executivo explica que seus projetos não incluem negociação de direitos de TV.

As partidas da seleção disputam espaço com leilões de outras importantes propriedades previstas para os próximos meses, como o da Champions e da Libertadores, entre outras.


ESPN garante Premier League por 5 anos na 1ª batalha da guerra por direitos
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Eduardo Ohata

A ESPN garantiu os direitos da Premier League por cinco anos, no primeiro dos vários leilões por direitos de TV que encavalaram a partir deste mês e se estenderão pelo segundo semestre.

A taça da Premier League

De surpresa, foram anunciados os leilões da Premier League e do Mundial de clubes, realizados semana passada. São esperadas para os próximos meses as disputas pelos direitos dos jogos da seleção, Champions League e Libertadores.

O canal já detinha os direitos da competição até a temporada 2018/19, e agora garantiu os direitos até a temporada 2021/22. O novo acordo preserva todas as mídias.

A Premier League, ou Campeonato Inglês, é o principal campeonato para a ESPN no Brasil. Trata-se do torneio com maior audiência da emissora. O Espanhol registra os maiores “picos”, especialmente quando se enfrentam Barcelona e Real Madrid, mas como é uma competição compartilhada com a Fox Sports, na média o Inglês, exclusivo da ESPN, ainda registra a maior audiência.

A ESPN exibiu na última temporada todas as 380 partidas do campeonato, distribuídos por seus três canais e na plataforma online WatchESPN. Com isso, elevou em cinco vezes a audiência do canal ESPN+ e registrou 23% a mais de audiência no comparativo entre as temporadas 2015/16 e 2016/17.  O canal mantém dois correspondentes em Londres para a cobertura da competição, os repórteres João Castelo Branco e Natalie Gedra.

Não apenas pela qualidade técnica, mas também operacionalmente a Premier League é encarada como um bom investimento pelos canais de esporte da TV por assinatura. Como muitas partidas são disputadas em horários alternativos, que não batem com partidas de outros europeus ou com os do Brasileiro, eles são encarados como alternativa de qualidade para preencher as grades.

“A ESPN realizou um fantástico trabalho na transmissão da Premier League no Brasil ao longo das últimas 15 temporadas e estamos muito satisfeitos por terem nos escolhido mais uma vez para investir em nossos direitos de transmissão”, festejou Richard Scudamore, diretor-executivo da Premier League.

“É motivo de muito orgulho para a ESPN anunciar um acordo de longo prazo com a Premier League”, confirmou German Hartenstein, diretor geral da ESPN no Brasil.

A ESPN planeja participar dos demais leilões de direitos de TV que acontecerão nos próximos meses, o blog apurou.

 

 

 


Com goleada sobre Austrália, TV Cultura mantém audiência do 1º amistoso
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Eduardo Ohata

A transmissão do amistoso da seleção contra a Austrália pela TV Cultura, na manhã desta terça-feira, teve audiência de 2,2 pontos, no período, enquanto a bola rolou. Foi uma audiência praticamente igual à registrada na derrota para a seleção da Argentina, na sexta passada, quando registrou 2,3 pontos, segundo dados prévios referentes à Grande São Paulo.

Assim como na sexta-feira, a TV Cultura voltou a perder para a Globo, que manteve a média habitual de 11,4 pontos no horário (na sexta-feira obteve 11,3), em que exibiu o “Bom Dia Brasil” e o programa de variedades “Mais Você”.

Quem registrou uma grande variação foi a TV Brasil, que viu sua audiência cair pela metade, de 0,6 para 0,3 pontos, entre os dois jogos.

Os dados nacionais, consolidados, do amistoso de sexta-feira apontam que a Cultura alcançou 1,2 ponto; a TV Brasil, 0,9 e a Globo, 9,9 pontos.

A medição é do Ibope, com dados da Grande São Paulo.

Além de terem sido exibidos na TV, os jogos também foram transmitidos ao vivo pelo UOL e pela patrocinadora na área de telefonia da CBF.

A confederação levou os jogos ao mercado após não chegar a um acordo com a Globo, que vinha transmitindo as partidas da seleção.

Os dois jogos na Austrália foram produzidos pela CBF.


Impasse com Globo faz CBF correr para ter seleção na TV aberta em 2018
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Eduardo Ohata

A CBF terá que, por força da lei, garantir a exibição das partidas oficiais da seleção brasileira na TV aberta em 2018.

“Todos os jogos das seleções brasileiras de futebol, em competições oficiais, deverão ser exibidos, pelo menos, em uma rede nacional de televisão aberta, com transmissão ao vivo, inclusive para as cidades brasileiras nas quais os mesmos estejam sendo realizados”, dita o artigo 84-A da Lei Pelé.

O objetivo da inclusão desse artigo, em 2000, era impedir que algum grupo adquirisse os direitos das partidas da seleção nacional na TV aberta e fechada, não exibisse na aberta, obrigando quem quisesse assisti-las a adquirir um pacote de TV por assinatura. Porém agora criou, inadvertidamente, uma dor de cabeça para a CBF.

A confederação negociará em pacote, dentro dos próximos meses, os direitos dos amistosos e jogos oficiais da seleção para o próximo ciclo de Copa do Mundo. A entidade informou a interlocutores no mercado que pretende contratar uma agência para cuidar da negociação dos direitos.

Para os amistosos na Austrália, que não tinham a obrigatoriedade de exibição na TV aberta, a CBF comprou espaço na grade da TV Brasil após não chegar a um acordo financeiro com a Globo, que vinha exibindo os jogos da seleção, e também chegou a acordo, muito provavelmente semelhante, com a TV Cultura na TV aberta. Mas recebera negativas de Band, Record, na aberta, e não chegou a um consenso com emissoras de esportes na TV fechada.

É muito provável que para o contrato de longo prazo a ser negociado nos próximos meses pelos amistosos e jogos oficiais da seleção, a CBF irá preferir receber, e não pagar ou ceder graciosamente, pela transmissão das partidas da equipe nacional.

O segundo jogo acontece nesta terça-feira, às 7h, novamente com transmissão ao vivo da TV Cultura e TV Brasil. O UOL fará a transmissão pela internet e também pela sua página no celular. O primeiro amistoso, contra a Argentina, fez a Cultura quintuplicar sua audiência, porém não abalou a da Globo, que permaneceu a mesma das quatro sextas-feiras anteriores.

Os amistosos da seleção na Austrália também serão exibidos pelas mídias sociais da confederação e de sua patrocinadora na área de telefonia.

Mesmo que a CBF repita isso com os jogos oficiais da seleção, não a exime de buscar, obrigatoriamente, um parceiro na TV aberta, apesar do alcance e popularidade da internet.

“Não importa se a CBF abriu espaço na internet, isso não substitui o que está previsto em lei”, explica Heraldo Panhoca, jurista responsável pela redação da Lei Pelé, ao lembrar que o artigo 84-A não fazia parte da redação original da lei. “Ou seja, a confederação terá que encontrar, obrigatoriamente, uma TV aberta para exibir as partidas oficiais da seleção.”

Pessoas ligadas à CBF ouvidas pelo blog apontaram que a legislação ficou “antiga”, já que foi redigida antes que o acesso à internet estivesse tão popularizado como agora e antes até da criação das mídias sociais.


Com seleção, TV Cultura quintuplica audiência, mas Globo mantém patamar
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Eduardo Ohata

A TV Cultura, com o amistoso da seleção brasileira nesta manhã, registrou em São Paulo audiência cinco vezes maior do que costuma obter no mesmo horário às sextas-feiras. Porém ficou em quarto lugar entre as TVs abertas, atrás de Globo, Record e SBT.

A TV pública alcançou 2,3 pontos de audiência, entre as 7h12 e 9h06, horário em que a bola rolou na derrota do Brasil para a Argentina. A média da Cultura nas últimas quatro sextas-feiras foi de 0,4 pontos.

No mesmo período, a líder TV Globo liderou a audiência no horário com 11,3 pontos, em medição prévia do Ibope, que está sujeita a alterações até a divulgação dos dados consolidados, provavelmente na segunda-feira. Trata-se da mesma média de audiência que a Globo atingiu nas últimas quatro sextas-feiras.

Como parâmetro de comparação com o amistoso de hoje, o último amistoso da seleção exibido pela Globo, Brasil x Colômbia, em janeiro, obteve 25,3 pontos, embora tenha sido transmitido no horário nobre.

O último amistoso realizado em um horário próximo ao de hoje e exibido pela Globo foi Brasil x Japão, em outubro de 2014, quando a emissora registrou 11,1 pontos de audiência.

A CBF levou os amistosos da seleção na Austrália ao mercado após não chegar a acordo com a Globo, que vinha exibindo todas as partidas da seleção brasileira.

Durante o mesmo período em que a bola rolou no jogo da seleção, a Globo exibiu o jornalístico “Bom dia Brasil” e o programa de variedades “Mais Você”.

Também em São Paulo, a TV Brasil, que também exibiu o amistoso, após a CBF comprar espaço na grade, bateu nos 0,6 pontos.

No horário, a Record ficou com 5,2 pontos; SBT, com 3,5 pontos e Band, com 1,1.

A medição é do Ibope, com dados da Grande São Paulo.

A equipe comandada por Tite volta a campo na próxima terça-feira, na Austrália, contra a dona da casa. A transmissão na TV será feita novamente por Cultura e TV Brasil.