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Globo exige garantias financeiras, e Copa do Mundo na Band fica indefinida
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Eduardo Ohata

Uma cláusula no contrato de sublicenciamento dos direitos de transmissão da Copa do Mundo da Globo para a Band, na TV aberta, que condiciona a assinatura à apresentação de garantias financeiras é o principal empecilho na negociação entre as duas emissoras, o blog apurou. A Band vem enfrentando dificuldades financeiras, o que implicou por exemplo na demissão de centenas de profissionais.

As emissoras haviam chegado a um acordo verbal em outubro do ano passado para o sublicenciamento parcial do Mundial deste ano. A informação de que a Copa pela Band está sem grande perspectiva de acerto foi dada pelo colunista do UOL, Flavio Ricco.

Houve sinalização da parte do mercado publicitário à Band de que haveria interessados em adquirir cotas de patrocínio, o que não se materializou até o momento. Mas interessados que procuraram a Band posteriormente à divulgação do acerto com a Globo ouviram de representantes da emissora que o canal exibiria cerca de metade dos jogos da Copa, incluindo todas as partidas da seleção brasileira.

Apesar de a negociação entre Band e Globo, que se levada a cabo teria aspectos positivos para ambas as partes, ter emperrado, há na Band quem aposte que, dada a relevância de um Mundial, a situação será resolvida após a resolução de uma questão mais urgente na emissora, o ajuste da grade de programação, com a acomodação dos programas dos apresentadores Catia Fonseca e Amaury Jr., entre outros. A troca de pessoal na emissora do Morumbi tampouco facilita a situação.

Plano B

Em meio ao pessimismo que permeia a negociação dos direitos da Copa, o fato de a Band ser uma parceira de longa data da Globo já faz um “plano B” ser estudado, o sublicenciamento dos highlights dos jogos da Copa do Mundo. Trata-se de um pacote com conteúdo diferenciado ao dos highlights que por lei têm que ser cedidos pela detentora dos direitos às demais emissoras.

A Globo já acertou contrato de sublicenciamento dos direitos de TV da Copa com o canal por assinatura Fox Sports.

 

 

 


Globo transmitirá Paulista sozinha na TV aberta pelo segundo ano seguido
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Eduardo Ohata

A Globo transmitirá sozinha na TV aberta os jogos do Campeonato Paulista pelo segundo ano consecutivo em 2018.

A emissora não havia feito segredo de que estava aberta a fechar com um parceiro para sublicenciar os direitos do Estadual e diluir os custos de aquisição da competição e também de produção das partidas.

Mas faltando apenas uma rodada para o fim do Brasileiro, executivos da emissora já se conformam com a ausência de um parceiro, o blog apurou. Não haveria tempo hábil para fechar um contrato de sublicenciamento, o eventual parceiro formular um plano comercial para levá-lo ao mercado e negociar com patrocinadores as cotas de uma programação exibida também pela própria Globo.

A crise financeira que ainda persiste no país é apontada como um dos vilões. Afinal, a transmissão do Paulista, implica em gastos não apenas com direitos, mas com logística, com o deslocamento, estadia e alimentação de um repórter de campo, narrador, comentarista, técnicos, além do aluguel de caminhões que transportam o equipamento para a transmissão do sinal.

A Globo tem repassado à Band os direitos de competições que podem ser transmitidas do estúdio e que não necessitam obrigatoriamente de uma equipe “in loco”, como a Champions e o Mundial sub-17. No caso do sublicenciamento parcial da Copa da Rússia, que ainda assim necessitará de mais investimentos, o acordo foi fechado com mais de um semestre de antecedência.


Seleção sub-17 rende à Globo mais audiência do que o habitual no horário
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Eduardo Ohata

A partida da seleção brasileira sub-17, válida pelas semifinais do Mundial da categoria, transmitida ao vivo pela Globo na TV aberta na manhã desta quarta (25), rendeu à Globo mais audiência do que a programação habitual do horário.

Em São Paulo, o jogo registrou 9 pontos, 2 a mais do que a média das últimas quartas-feiras no mesmo horário, segundo prévia do levantamento do Kantar Ibope. Os números consolidados serão divulgados amanhã.

No Rio, a partida deu 13 pontos, 4 a mais do que a média das últimas quartas-feiras no mesmo horário.

Para exibir a partida, a Globo deixou de exibir hoje o programa matinal “Bem Estar”. A transmissão da semifinal  era encarada como uma promoção para potencializar uma eventual final envolvendo o time verde-amarelo, mas o Brasil foi eliminado pela Inglaterra. Nesse sentido, a boa audiência alcançada com a transmissão foi uma relativa surpresa.

Os brasileiros enfrentam agora, pela disputa do terceiro lugar, a seleção de Mali, no sábado pela manhã, a partir das 9h30. Como o blog havia antecipado, a Globo não transmitirá a partida. A Band confirmou que exibirá o jogo.

Tratou-se de uma aposta da Globo, que recentemente experimentou incluir programação esportiva na grade, como fez com a Liga Mundial (vôlei), Recopa e Supercopa da Uefa. Nada garantia boa audiência, já que além de dividir a partida com a Band, o jogo de domingo da seleção sub-17, exibida pela parceira, atingiu 3,8 pontos de audiência, ficando atrás da própria Globo, Record e SBT.


Globo aposta em seleção brasileira na final para transmitir Mundial sub-17
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Eduardo Ohata

A Globo abriu espaço em sua grade para transmitir ao vivo o jogo da seleção sub-17, contra a Inglaterra, quarta (25). A decisão foi tomada após a emissora notar o retorno de mídia obtido pela equipe, ao mesmo tempo em que aposta em sua capacidade de promoção e em uma final com brasileiros.

O canal acredita que a exibição da semifinal funcionará como divulgação de uma eventual decisão entre a seleção brasileira e a equipe vencedora da outra semifinal. A exibição da decisão, domingo, está condicionada à presença do time verde-amarelo.

A Band, por meio de um acordo de sublicenciamento com a Globo, exibiu as partidas anteriores do Mundial na TV aberta. No domingo, durante o período em que mostrou o empolgante jogo da seleção contra a Alemanha, no qual a seleção ganhou de virada, ficou em quarto lugar na audiência, com média de 3,8 pontos de audiência, share de 7,2% e pico de 6,2, atrás da Globo, Record e SBT.

A Globo entende que os jogos do Mundial, em geral, têm produzido bons números e aponta para os picos de audiência. Além disso, crê que, impulsionada por sua programação e um trabalho de promoção, a partida de amanhã poderá atingir melhores índices de audiência do que os obtidos pela Band. Internamente, a partida contra a Inglaterra é visto como um “investimento” para a decisão.

Para mostrar Brasil x Inglaterra, a partir das 9h30 (de Brasília), a Globo não exibirá o programa “Bem-Estar” e, caso a partida vá para os pênaltis, ela “invadirá” o programa “Encontro com Fátima Bernardes”. A iniciativa está em linha com recentes experimentos da emissora, com a abertura na grade da TV aberta para a transmissão de competições como a Liga Mundial de vôlei e, no caso do futebol, da Recopa e da Supercopa da Uefa.

A Band confirmou que também transmitirá a partida, ao vivo, com narração de Téo José e comentários de Neto.


Band chega a acordo com Globo e transmitirá parte da Copa do Mundo de 2018
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Eduardo Ohata

A Band chegou a um acordo de sublicenciamento com a Globo e transmitirá parte das partidas da Copa do Mundo da Rússia na TV aberta. O contrato ainda não foi assinado, o que está previsto para acontecer nos próximos meses, o blog apurou com uma fonte próxima à negociação. A informação do acordo foi dada pelo colunista do UOL Flávio Ricco e confirmada pelo blog.

As conversas entre a Globo, detentora dos direitos da Copa de 2018, e sua parceira de anos se arrastaram pelas últimas semanas. As discussões giraram em torno do sublicenciamento de um pacote de jogos, e não o Mundial em sua totalidade.

A lógica dentro da Globo é de que a exclusividade é um fator muito importante, não apenas comercialmente. Então há, internamente, uma relutância em abrir mão dela totalmente se não fizer sentido financeiramente.

Apesar de a Band não exibir as últimas edições do Brasileiro e o Paulista deste ano, por dificuldades financeiras, a emissora transmitiu competições cujos direitos de TV foram repassados pela Globo. As mais relevantes foram a Champions e a Copa das Confederações.

O repasse para a Band, no caso da Copa das Confederações, ajudou a Globo a cumprir uma exigência da Fifa para que pelo menos seis jogos da competição fossem exibidos por uma TV aberta no Brasil.

Não se trata do caso da Copa, já que a Globo exibirá quase todas as partidas do Mundial na TV aberta. A exceção fica por conta dos jogos que “encavalam” ao fim da primeira fase.

A Globo também sublicenciou os direitos do Mundial da Rússia ao Fox Sports, na TV por assinatura.


Globo procura parceiro para a Copa e deve ficar sozinha no Paulista-2018
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Eduardo Ohata

A Globo desistiu de buscar no mercado um parceiro na TV aberta para dividir a transmissão do Paulista de 2018, o blog apurou. Por conta da crise financeira que o país atravessa, é forte a tendência de a emissora exibir sozinha a edição do ano que vem do Estadual.

Na temporada passada, a emissora procurou até o último momento outro canal na TV aberta com quem dividir custos de direitos e produção. Além da Band, sua parceira de longa data, também ofereceu os direitos de transmissão a outras emissoras de TV aberta.

A Band este ano exibiu partidas da Champions e Copa das Confederações, ambas competições sublicenciadas da emissora carioca. No caso da competição de seleções, o acordo foi mutuamente benéfico, pois o contrato previa uma quantidade mínima de partidas a ser exibidas na TV aberta que não poderiam ser acomodadas na grade pela Globo.

Na Globo, o raciocínio é o de que o Paulista não deixa de ser uma propriedade valiosa. Para abrir mão da exclusividade, só se o valor oferecido por outra TV realmente valer a pena.

Globo e Band ainda negociam os direitos da Copa do Mundo, pois haveria tempo hábil para a emissora paulista levar ao mercado publicitário um plano comercial. A Globo sinalizou que está aberta a falar com outros parceiros em potencial sobre propriedades relacionadas à Copa.

Na TV por assinatura, a Globo fechou direitos da Copa do Mundo com o Fox Sports.


Record e Band cogitam concorrer com Globo por jogos da seleção brasileira
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Eduardo Ohata

Record e Band mostraram interesse nos últimos dias de participar do leilão organizado pela CBF pelos jogos da seleção brasileira, incluindo eliminatórias da Copa e amistosos. O Grupo Globo, por sua vez, não escondeu que participaria da disputa pelo pacote.

As diretorias de Record e Band contemplaram nas últimas semanas a possibilidade de participar do leilão, segundo foi confirmado ao blog. Circulou no mercado que SBT também participaria, embora a emissora paulista tenha desqualificado oficialmente a informação.

Não foi confirmado, no caso de Record e Band, se suas cúpulas finalmente decidiram dar lances.

A Band é parceira da Globo de longa data e a Record mostrou interesse pelos direitos de futebol em 2011, no caso pelo Brasileiro, mas de última hora acabou não apresentando um lance. Porém inflacionou o mercado para a Globo.

O prazo final definido pela agência Sinergy, contratada pela CBF para organizar o leilão, para a apresentação de propostas se encerra esta terça-feira (19), às 11h.

Houve um incremento nos valores pedidos pelas partidas já que da parte da CBF há o entendimento de que havia uma margem grande entre o que se cobrava e o lucro que a Globo vinha obtendo, o blog apurou.

A emissora ou grupo que vencer o leilão ficará com a tarefa de cuida da produção das transmissões dos jogos.

A Sinergy ofereceu ao mercado dois pacotes, que contemplam 37 partidas da seleção nacional deste ano até 2022: O primeiro dá direito de transmitir todos os jogos em qualquer plataforma de televisão (aberta, fechada, pay-per-view) e digitais (internet, celular, aplicativos, mídias sociais etc). Já o segundo dá o direito de transmitir pelas plataformas digitais. Para o primeiro pacote, o preço mínimo é de US$ 3,5 milhões por partida. No segundo pacote, cada jogo tem o valor mínimo de US$ 500 mil.

Uma emissora ou grupo pode ter a exclusividade total se ganhar o leilão pelos dois pacotes.

Em junho, a CBF levou amistosos da seleção ao mercado, após não chegar a um acordo comercial com a Globo, que por anos vinha transmitindo os jogos da equipe nacional. A TV Cultura transmitiu as duas partidas na TV aberta.


Globo já definiu como será a transmissão na TV aberta da Copa do Mundo
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Eduardo Ohata

Globo já definiu, em linhas gerais, como será a transmissão da próxima Copa do Mundo, que acontece na Rússia, no ano que vem.

Todos os 64 jogos da Copa serão transmitidos na TV aberta, apesar de algumas partidas encavalarem no fim da primeira fase. Assim, a Globo transmitirá ao vivo 56 partidas e planeja exibir os oito jogos restantes em videoteipe, em horários alternativos.

Mesmo com a crise financeira, que dificulta a celebração de parcerias com outras emissoras, as transmissões de todos os jogos do Mundial serão feitas com as equipes de narradores, comentaristas e repórteres “in loco”.

Porém, como foi o caso na Copa das Confederações, que serviu de “laboratório” para o Mundial, parte das operações de engenharia acontecerão a partir do Brasil, graças ao acesso remoto. Outra medida para cortar custos será a otimização de recursos, com equipe formada por profissionais da Globo e Globosat. O Grupo Globo estuda o número de profissionais que serão enviados à Rússia.

Uma diferença fundamental em relação à cobertura da Copa de 2014 será o período mais enxuto de cobertura do Mundial da Rússia. No caso da Copa no Brasil a cobertura passou a ser intensa desde maio de 2013 até agosto de 2014, mas porque foi realizada aqui.

Tampouco é cogitada a criação de novos canais, como aconteceu durante a Olimpíada do Rio, quando as competições foram distribuídas em 56 canais de vídeo e internet.

A Globo ainda negocia acordo de transmissão na TV aberta com a Band, sua parceira de longa data. Na fechada, já sublicenciou os direitos à Fox Sports e negocia os highlights com a ESPN.


Globo oficializa acordo por Copa-18 com Fox Sports e ainda negocia com Band
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Eduardo Ohata

A Fox Sports assinou contrato com a Globo para a transmissão da Copa do Mundo da Rússia no ano que vem.

A Globo negocia com a Band, na TV aberta, mas as tratativas esbarram em questões financeiras. A ESPN já definiu que não irá adquirir os direitos de transmissão, e a Globo pelo menos até o momento não trata do assunto com o Esporte Interativo.

A Fox Sports adquiriu os direitos de transmissão dos 64 jogos disputados entre 14 de junho e 15 de julho do ano que vem, e exibirá todas as partidas. O acerto entre as emissoras já estava apalavrado.

Segundo o canal, ao longo de 32 dias, os canais Fox Sports e Fox Sports 2 terão mais de 760 horas de transmissão, com exibição ao vivo de todos os jogos da Copa e ampla cobertura nas onze cidades-sede.

“Estamos felizes por poder transmitir pela segunda vez consecutiva um evento de característica única e tão importante como esse”, disse Carlos Martinez, presidente da Fox Networks Group Latin America.

“O Fox Sports já mostrou que é capaz de cobrir de forma impecável a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016”, afirmou Eduardo Zebini, v ice da Fox Sports Brasil.


Entenda por que Globo não entrou em disputa forte por amistosos da seleção
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Eduardo Ohata

“A Globo prefere atacado, e não varejo”. Essa frase do diretor de direitos esportivos da Globo, Fernando Manuel Pinto, explica o motivo que levou a emissora a não entrar em uma briga forte pelos direitos dos amistosos da seleção, contra Argentina e Austrália, nos dias 9 e 13, em Melbourne. E também deixa transparecer que foi uma questão financeira que inviabilizou a transmissão dos jogos pela Globo.

Após a negociação da CBF chegar a um impasse com a Globo, a confederação comprou espaço na grade da TV Brasil para transmissão da partida, levou negativas da Band e Record, negocia com uma terceira emissora de TV aberta e com canais de esporte na fechada.

O blog questionou o executivo sobre a polêmica que passou a envolver os dois amistosos da seleção, CBF e Globo. Mas Fernando Manuel, diplomático em relação à confederação, evitou se referir de forma específica aos amistosos da seleção brasileira.

“O Grupo Globo, assim como outros players de mídia que investem em direitos mundo afora, de fato valoriza as discussões de aquisição no atacado e não no varejo”, argumentou ao blog o executivo. “As propriedades se tornam mais interessantes quando contratadas com antecedência e por ciclo de competições, às vezes de seis anos, como fizemos com o Brasileiro [de 2019 a 2024], Copa do Brasil, Copa do Mundo e Olimpíada.”

O blog o questionou sobre o caso dos dois amistosos da seleção e, de novo, Fernando Manuel, evitou citar especificamente os dois jogos que vem causando polêmica com a CBF. Mas a explicação claramente cabe à situação.

“Em negociações pontuais muitas vezes não se consegue sequer mensurar, planejar e construir o retorno esperado ao investir nos direitos, além de não trazer a necessária segurança de que você estará ‘regando no lugar certo para colher os frutos esperados depois’. Só o longo prazo, com antecedência e preparação, traz isso”, apontou o executivo, ao fazer uma ressalva. “Isso não significa que não fazemos acordos pontuais, claro que fazemos, mas especialmente em produtos de alto investimento levamos em consideração o quão estratégico será, na venda do conteúdo aos patrocinadores e anúncio ao público, poder falar, ‘olha, tenho essa propriedade no meu portfólio até 2024’, por exemplo.”