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Record e Band cogitam concorrer com Globo por jogos da seleção brasileira
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Eduardo Ohata

Record e Band mostraram interesse nos últimos dias de participar do leilão organizado pela CBF pelos jogos da seleção brasileira, incluindo eliminatórias da Copa e amistosos. O Grupo Globo, por sua vez, não escondeu que participaria da disputa pelo pacote.

As diretorias de Record e Band contemplaram nas últimas semanas a possibilidade de participar do leilão, segundo foi confirmado ao blog. Circulou no mercado que SBT também participaria, embora a emissora paulista tenha desqualificado oficialmente a informação.

Não foi confirmado, no caso de Record e Band, se suas cúpulas finalmente decidiram dar lances.

A Band é parceira da Globo de longa data e a Record mostrou interesse pelos direitos de futebol em 2011, no caso pelo Brasileiro, mas de última hora acabou não apresentando um lance. Porém inflacionou o mercado para a Globo.

O prazo final definido pela agência Sinergy, contratada pela CBF para organizar o leilão, para a apresentação de propostas se encerra esta terça-feira (19), às 11h.

Houve um incremento nos valores pedidos pelas partidas já que da parte da CBF há o entendimento de que havia uma margem grande entre o que se cobrava e o lucro que a Globo vinha obtendo, o blog apurou.

A emissora ou grupo que vencer o leilão ficará com a tarefa de cuida da produção das transmissões dos jogos.

A Sinergy ofereceu ao mercado dois pacotes, que contemplam 37 partidas da seleção nacional deste ano até 2022: O primeiro dá direito de transmitir todos os jogos em qualquer plataforma de televisão (aberta, fechada, pay-per-view) e digitais (internet, celular, aplicativos, mídias sociais etc). Já o segundo dá o direito de transmitir pelas plataformas digitais. Para o primeiro pacote, o preço mínimo é de US$ 3,5 milhões por partida. No segundo pacote, cada jogo tem o valor mínimo de US$ 500 mil.

Uma emissora ou grupo pode ter a exclusividade total se ganhar o leilão pelos dois pacotes.

Em junho, a CBF levou amistosos da seleção ao mercado, após não chegar a um acordo comercial com a Globo, que por anos vinha transmitindo os jogos da equipe nacional. A TV Cultura transmitiu as duas partidas na TV aberta.


Globo já definiu como será a transmissão na TV aberta da Copa do Mundo
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Eduardo Ohata

Globo já definiu, em linhas gerais, como será a transmissão da próxima Copa do Mundo, que acontece na Rússia, no ano que vem.

Todos os 64 jogos da Copa serão transmitidos na TV aberta, apesar de algumas partidas encavalarem no fim da primeira fase. Assim, a Globo transmitirá ao vivo 56 partidas e planeja exibir os oito jogos restantes em videoteipe, em horários alternativos.

Mesmo com a crise financeira, que dificulta a celebração de parcerias com outras emissoras, as transmissões de todos os jogos do Mundial serão feitas com as equipes de narradores, comentaristas e repórteres “in loco”.

Porém, como foi o caso na Copa das Confederações, que serviu de “laboratório” para o Mundial, parte das operações de engenharia acontecerão a partir do Brasil, graças ao acesso remoto. Outra medida para cortar custos será a otimização de recursos, com equipe formada por profissionais da Globo e Globosat. O Grupo Globo estuda o número de profissionais que serão enviados à Rússia.

Uma diferença fundamental em relação à cobertura da Copa de 2014 será o período mais enxuto de cobertura do Mundial da Rússia. No caso da Copa no Brasil a cobertura passou a ser intensa desde maio de 2013 até agosto de 2014, mas porque foi realizada aqui.

Tampouco é cogitada a criação de novos canais, como aconteceu durante a Olimpíada do Rio, quando as competições foram distribuídas em 56 canais de vídeo e internet.

A Globo ainda negocia acordo de transmissão na TV aberta com a Band, sua parceira de longa data. Na fechada, já sublicenciou os direitos à Fox Sports e negocia os highlights com a ESPN.


Globo oficializa acordo por Copa-18 com Fox Sports e ainda negocia com Band
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Eduardo Ohata

A Fox Sports assinou contrato com a Globo para a transmissão da Copa do Mundo da Rússia no ano que vem.

A Globo negocia com a Band, na TV aberta, mas as tratativas esbarram em questões financeiras. A ESPN já definiu que não irá adquirir os direitos de transmissão, e a Globo pelo menos até o momento não trata do assunto com o Esporte Interativo.

A Fox Sports adquiriu os direitos de transmissão dos 64 jogos disputados entre 14 de junho e 15 de julho do ano que vem, e exibirá todas as partidas. O acerto entre as emissoras já estava apalavrado.

Segundo o canal, ao longo de 32 dias, os canais Fox Sports e Fox Sports 2 terão mais de 760 horas de transmissão, com exibição ao vivo de todos os jogos da Copa e ampla cobertura nas onze cidades-sede.

“Estamos felizes por poder transmitir pela segunda vez consecutiva um evento de característica única e tão importante como esse”, disse Carlos Martinez, presidente da Fox Networks Group Latin America.

“O Fox Sports já mostrou que é capaz de cobrir de forma impecável a Copa do Mundo, em 2014, e os Jogos Olímpicos, em 2016”, afirmou Eduardo Zebini, v ice da Fox Sports Brasil.


Entenda por que Globo não entrou em disputa forte por amistosos da seleção
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Eduardo Ohata

“A Globo prefere atacado, e não varejo”. Essa frase do diretor de direitos esportivos da Globo, Fernando Manuel Pinto, explica o motivo que levou a emissora a não entrar em uma briga forte pelos direitos dos amistosos da seleção, contra Argentina e Austrália, nos dias 9 e 13, em Melbourne. E também deixa transparecer que foi uma questão financeira que inviabilizou a transmissão dos jogos pela Globo.

Após a negociação da CBF chegar a um impasse com a Globo, a confederação comprou espaço na grade da TV Brasil para transmissão da partida, levou negativas da Band e Record, negocia com uma terceira emissora de TV aberta e com canais de esporte na fechada.

O blog questionou o executivo sobre a polêmica que passou a envolver os dois amistosos da seleção, CBF e Globo. Mas Fernando Manuel, diplomático em relação à confederação, evitou se referir de forma específica aos amistosos da seleção brasileira.

“O Grupo Globo, assim como outros players de mídia que investem em direitos mundo afora, de fato valoriza as discussões de aquisição no atacado e não no varejo”, argumentou ao blog o executivo. “As propriedades se tornam mais interessantes quando contratadas com antecedência e por ciclo de competições, às vezes de seis anos, como fizemos com o Brasileiro [de 2019 a 2024], Copa do Brasil, Copa do Mundo e Olimpíada.”

O blog o questionou sobre o caso dos dois amistosos da seleção e, de novo, Fernando Manuel, evitou citar especificamente os dois jogos que vem causando polêmica com a CBF. Mas a explicação claramente cabe à situação.

“Em negociações pontuais muitas vezes não se consegue sequer mensurar, planejar e construir o retorno esperado ao investir nos direitos, além de não trazer a necessária segurança de que você estará ‘regando no lugar certo para colher os frutos esperados depois’. Só o longo prazo, com antecedência e preparação, traz isso”, apontou o executivo, ao fazer uma ressalva. “Isso não significa que não fazemos acordos pontuais, claro que fazemos, mas especialmente em produtos de alto investimento levamos em consideração o quão estratégico será, na venda do conteúdo aos patrocinadores e anúncio ao público, poder falar, ‘olha, tenho essa propriedade no meu portfólio até 2024’, por exemplo.”


Disputa entre Globo e Esporte Interativo respinga até na Copa do Nordeste
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Eduardo Ohata

O duelo entre Sportv, braço esportivo da Globosat na TV por assinatura, e o canal Esporte Interativo, do grupo Turner, por direitos de transmissão de competições como o Brasileiro respinga em torneios considerados de porte menor, caso da Copa do Nordeste.

O contrato entre a Globo e Esporte Interativo de sublicenciamento da Copa do Nordeste na TV aberta venceu nesta edição da competição.

Já há um início de preocupação entre cartolas quanto ao futuro da competição. A edição deste ano conta com Bahia e Sport na decisão. O primeiro jogo, realizado nesta quarta-feira, acabou empatado por 1 a 1. A finalíssima acontece na próxima quarta-feira.

As negociações da Copa do Nordeste chegaram a um impasse quando o valor apresentado para a renovação foi cerca de 40% superior ao atual, e o Esporte Interativo acrescentou que já tinha uma oferta de uma outra TV aberta pela competição. A Globo, segundo o blog apurou com uma fonte ligada à emissora, se mantém aberta ao diálogo pois, “vê valor no futebol do nordeste e seus clubes”.

Band, Record, Rede TV! e SBT, principais emissoras da TV aberta a transmitir eventos esportivos, ou a contar com o poderio financeiro para esse objetivo, informaram ao blog não terem feito proposta pela Copa do Nordeste.

O SBT, no entanto, fez uma ressalva ao afirmar que não falava por suas afiliadas. Porém, é menos provável que emissoras locais consigam fechar um contrato que envolve vários estados sem o aporte financeiro e coordenação de sua matriz.

O impasse já começa a gerar preocupação entre cartolas de federações da região Nordeste.

“A renovação não foi fechada, o que preocupa principalmente os clubes, pois tem que ter visibilidade para suas marcas e para seus parceiros”, diz Ednaldo Rodrigues, presidente da Federação Bahiana de Futebol. “Há questões entre a Globo e o Esporte Interativo, mas estou otimista que no fim acabarão se entendendo [pela Copa do Nordeste].”

O SporTV e o canal Esporte Interativo, do grupo Turner, travam uma disputa por direitos de competições esportivas, como o Brasileiro, a partir de 2019. Também já houve disputa entre ambos pelos direitos da Copa do Brasil e estaduais.


Globo exibirá sozinha Brasileiro-2017 na TV aberta, após não achar parceiro
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Eduardo Ohata

Pelo segundo ano consecutivo, a Globo exibirá o Campeonato Brasileiro sozinha na TV aberta, a emissora confirmou ao blog. A Globo chegou a buscar no mercado, sem sucesso, um parceiro comercial para dividir os custos de transmissão.

Até 2015, a Globo vinha dividindo as transmissões com a Band, sua parceira de longa data, mas questões financeiras impediram a dobradinha no Brasileiro-2016 e no Paulista-2017.

A crise financeira que o país atravessa é apontada como um dos motivos para a emissora não ter encontrado um parceiro.

Além disso, há cerca de um mês já era dado como certo por executivos do canal que a Globo faria a transmissão sozinha, já que para um plano comercial de venda de espaço publicitário “decolar” é preciso de tempo.

A captação junto a patrocinadores em potencial geralmente tem início meses antes da estreia de uma atração do porte de um Campeonato Brasileiro.

Fora isso, uma emissora para transmitir o Brasileiro teria que compor uma larga equipe de profissionais, de técnicos de som, câmeras, a repórteres de campo e comentaristas “de nome”, o que vai na contramão do que as emissoras têm feito.

Há, também, despesa com logística, passagens aéreas, estadias em hotel, aluguel de caminhões de transmissão de sinal etc.

Como o formato também é diferente, um programa com dois blocos de 45 minutos, acomoda menos intervalos comercial do que outros tipos de atrações televisivas.

Assim, é mais fácil um canal sublicenciar competições que já chegam “prontas”, como a Liga dos Campeões ou a Copa das Confederações, que podem ser transmitidas “off tube”, de um estúdio, de onde uma equipe formada por narrador, comentarista, produtor e editor acompanham as partidas, e que sai muito mais barato.

 

 


Por que é mais fácil a Band optar pela C. das Confederações ao Brasileiro
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Eduardo Ohata

A Globo sublicenciou à Band os direitos de transmissão da Copa das Confederações na TV aberta. As emissoras já mantém um acordo em moldes semelhantes em relação aos direitos da Liga dos Campeões.

Segundo planejamento inicial, a Globo transmitiria seis partidas da Copa das Confederações, número mínimo de jogos da competição a ser exibidos na TV aberta, uma exigência da Fifa.

Porém com a entrada da Band, o número de transmissões da competição pela Globo pode diminuir sem ferir cláusulas contratuais.

A competição, que acontece entre 17 de junho e 2 de julho, na Rússia, não contará com a seleção brasileira, que foi eliminada da Copa América pelo Paraguai.

Apesar de Globo e Band não terem mantido a tradicional parceria nas últimas edições do Brasileiro e Paulista, por razões financeiras, os acordos são mais fáceis quando se trata de competições internacionais, como a Copa das Confederações ou a Liga dos Campeões.

Os custos de produção de uma Copa das Confederações é bem menor do que um Brasileiro.

Quando se trata do Nacional, há custos envolvendo a logística, com transporte e acomodação de equipe que conta com narrador, comentarista, repórter de campo, técnico de som, cinegrafista. Há também gasto com aluguel dos caminhões de transmissão e satélite.

Na transmissão “off tube”, realizada em estúdio na própria emissora, o gasto, a grosso modo, se resume à compra dos direitos, recepção do sinal, e pagamentos do narrador, comentarista, produtor e editor.

 

 


Globo transmitirá sozinha partidas do Paulista-2017 na TV aberta
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Eduardo Ohata

A Globo transmitirá o Campeonato Paulista de 2017 com exclusividade na TV aberta. A emissora chegou a colocar no mercado a proposta de sublicenciamento dos direitos, inclusive com a antiga parceira Band, porém esbarrou nos efeitos da crise financeira.

Apesar de a Band ter mantido os direitos da Liga dos Campeões, após inicialmente ter indicado que abriria mão deles, a transmissão do campeonato da Uefa implica em investimentos mais modestos do que o de um Paulista ou Brasileiro.

Enquanto um jogo da Liga pode ser realizado “off tube”, com narrador, comentarista, produtor e editor acomodados em um estúdio, um Paulista implica custo não apenas com os direitos, mas com logística, incluindo a presença de caminhões “in loco” para transmissão do sinal, deslocamento de repórter de campo, narrador, comentarista, técnicos etc, entre outros gastos.

Globo e a eventual sublicenciada dividiriam a transmissão do mesmo jogo, como já ocorria com a Band. Ou seria colocada à disposição uma partida de menor atratividade. A limitação acontece porque no planejamento da Globosat entram as grades de suas outras mídias, como o SporTV (TV por assinatura) e o Premiere (pay-per-view).

A redundância, em um período de crise, também é apontada como um dos “vilões” a afastar o Paulista-2017 de outras emissoras: Seria difícil para o departamento comercial de uma eventual emissora parceira procurar, no atual momento, patrocinadores para um produto que já estará na grade de outra emissora de TV aberta, e com maior potencial de audiência.

Este ano, em nota conjunta, Band e Globo anunciaram a poucos dias do início da competição, que “por motivos financeiros”, a emissora paulista não exibiria os jogos do Brasileiro. Sua equipe de esportes, posteriormente, sofreu importantes baixas, como a do ex-jogador Edmundo.


Globo está sem parceira para transmitir jogos do Paulista-2017 na TV aberta
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Eduardo Ohata

A Globo está sem parceira para transmitir os jogos do Paulista-2017 na TV aberta, assim como aconteceu com o Brasileiro-2016, o blog apurou. A Band foi a parceira da Globo na última edição do Estadual e do Brasileiro-2015.

Porém a emissora paulista deixou este ano de exibir partidas do Nacional em parceria com a Globo. À época do anúncio de que a Band deixaria de transmitir os jogos do Brasileiro, pouco antes do início da competição, a razão alegada foram “motivos financeiros”.

Fontes ligadas à negociação entre as emissoras confirmaram que elas, até o momento, tampouco chegaram a um acordo sobre o Estadual do ano que vem.

O fato de a Band ter os direitos de transmitir a Liga dos Campeões não pode ser usado como um parâmetro.

Primeiro, porque o desembolso com a competição da Uefa é bem mais modesto do que o que ocorre com o Brasileiro e o Paulista. No primeiro caso, o produto chega pronto, no segundo, há os custos com logística, por exemplo. Até a forma de transmissão é diferente: Enquanto a Globo não transmite as primeiras partidas da Champions, e para isso necessita que outro canal o faça, a emissora transmite os jogos do Paulista e do Brasileiro desde o início das competições.

Ou seja, Paulista e Brasileiro são bastante similares, bem diferentes da Liga dos Campeões.

Até mesmo no caso da Liga dos Campeões, pelo menos uma outra emissora de TV aberta baseada em São Paulo havia sido procurada pela Globo, até que a Band confirmasse os direitos desta edição da competição à última hora.

A necessidade da Globo por uma parceira não passa pelo Cade (Conselho de Administração de Defesa Econômica), mas pelo financeiro. Busca-se um parceiro para dividir os custos logísticos. Desde o início do ano, têm se buscado maior sinergia entre Globo e Globosat (SporTV), resultando em iniciativas como o compartilhamento do uso dos caminhões de transmissão de sinal. A proposta foi posteriormente estendida a emissoras parceiras, que também adotaram a prática.


Após dar adeus ao Brasileirão, Band se despede da Champions e Mundiais Fifa
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Eduardo Ohata

Cristiano Ronaldo marca e garante titulo do Real da Champions esse ano. Essa deve ter sido a última Champions da Band (Crédito: Stefan Wermuth Livepic/Reuters)

Cristiano Ronaldo marca e garante titulo do Real da Champions esse ano. Essa deve ter sido a última Champions da Band (Crédito: Stefan Wermuth Livepic/Reuters)

Após abrir mão do Brasileirão, representante da Band informou a Globo que não há interesse em renovar os acordos de licenciamento para a TV aberta da Champions e de Mundiais da Fifa, como sub-20, sub-17 e feminino.

Como consequência, a Globo fica liberada para buscar no mercado outros parceiros para essas competições, como já vinha acontecendo no caso do Campeonato Brasileiro. Globo e Band foram parceiras por dez temporadas pelo Brasileiro.

A Band, porém, mantém os acordos com a Globo para transmitir na TV aberta a Euro-2016 e a Olimpíada do Rio-2016.

Quando o licenciamento do Brasileiro foi encerrado, em nota conjunta, Band e Globo justificaram, em comunicado conjunto, que “o agravamento da crise econômica impediu a Band de prosseguir com esse licenciamento, a partir da temporada 2016”.

Novamente, no caso da Champions e dos Mundiais, o motivo seria o mesmo.

No caso do Brasileiro, a Globo corre atrás de um parceiro que possa arcar com parte dos custos do Nacional, que não se limitam apenas aos gastos com os direitos de transmissão. Há volumosas despesas com a parte operacional também.

Procurada pelo blog, oficialmente, a Band informou que “a negociação em torno dos eventos esportivos citados ainda não ocorreu”.

A Globo, por meio de nota oficial, informou que “até o momento, o licenciamento interrompido foi para o Brasileirão. Os outros eventos esportivos ainda não estão formalizados”.

VEJA TAMBÉM:

Por que a Globo precisa de um concorrente para transmitir futebol no Brasil

Cade estende investigação sobre Globo no Brasileiro à parceria com a Band


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