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Dia dos Pais: Um ano após ouro na Rio-16, Robson passa noite na maternidade
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Eduardo Ohata

Um ano após ser campeão na Rio-16, o boxeador Robson Conceição vive a expectativa de uma tripla comemoração nos próximos dias.

Além de comemorar o Dia dos Pais, neste domingo, e a conquista do ouro olímpico, que completa um ano nesta quarta-feira (16), o baiano revelou ao blog que será pai de uma segunda menina dentro de até quatro dias: A data prevista para o nascimento, coincidentemente, é a mesma da conquista da medalha olímpica.

“Passei a madrugada [de sexta para sábado] na maternidade com a minha mulher, Erika, nem consegui dormir”, contou Robson, sobre um “alarme falso”. “Mas os médicos avisaram que vai nascer em até cinco [agora quatro] dias.”

A segunda filha do casal já tem nome, vai se chamar Stephane.

“O Robson é muito caseiro, a vida dele é ir da casa para o treino, e do treino para casa. Com a primeira filha dele, a Sophia, é uma coisa, é muito apegado”, definiu o técnico Luis Carlos Dórea, ao concluir com uma brincadeira. “Agora, com duas filhas, vai ter que trabalhar dobrado.”

O Dia dos Pais teve um papel especial na campanha de Robson durante a Olimpíada do Rio. Pouco antes da data comemorativa, Robson prometera à filha Sophia, então com quase dois anos, uma medalha olímpica.

Bem-humorado, depois de passar das quartas-de-finais e assegurar o bronze, o pugilista afirmou à imprensa que precisava se auto-presentear, alterando a cor da medalha.

Exatamente no Dia dos Pais, disputou a semifinal contra o cubano Lázaro Alvarez, campeão olímpico e tricampeão mundial. Ao batê-lo, garantiu sua passagem à final e uma medalha de outra tonalidade: prata ou ouro.

Mas Erika, sua mulher, não deu moleza, revelando que Robson havia prometido o ouro à filha. Sem problema. Uma luta depois, Robson cumpria a promessa ao bater o francês Sofiane Oumiha na final no Riocentro.

Apesar do bom-humor da família, havia sido uma trajetória muito difícil até o ouro, já que nas duas Olimpíadas anteriores, Robson fora eliminado logo na primeira rodada. Em Pequim-08, caiu diante de Li Yang, e quatro anos mais tarde, em Londres-12, perdeu para o lutador da casa, Josh Taylor, a quem havia surrado em uma sessão de sparring preparatória para os Jogos.

Após os Jogos, Robson assinou com a firma promocional norte-americana Top Rank, por meio da qual passou ao profissionalismo. Invicto, Robson disputará seu quinto combate em 31 de outubro, contra o argentino Carlos Osório, nos EUA.


Show de luzes e bandeira gigante marcarão abertura noturna do Paulista-2017
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Eduardo Ohata

Um show de luzes, nos moldes do que marcou a Olimpíada do Rio, fogos e a volta da bandeira gigante do Santos, vista no fim de semana no amistoso do time da Vila Belmiro, serão atrações à parte na abertura do Paulista-2017.

Até para propiciar as condições necessárias para o show, a partida inaugural do Estadual, entre Santos e Linense, foi marcado para às 21h de sexta-feira, com transmissão do SporTV.

O show de luzes no gramado da Vila Belmiro, uma tendência que vem substituindo os tradicionais espetáculos de dança,  começará uma hora antes, às 20h.

Santistas pediram permissão à federação para, de novo, trazer a bandeira gigante do clube, assim como ocorreu no Pacaembu.


Neymar usou Barça para traçar estratégia em goleada da seleção na Rio-2016
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Eduardo Ohata

Foi Neymar que desenhou o esquema tático adotado pela seleção olímpica na goleada de 6 a 0 sobre Honduras, na semifinal da Olimpíada Rio-2016. O técnico Rogério Micali até tinha uma estratégia, mas mudou de ideia após ouvir o atacante.

“[Honduras] era uma equipe com uma linha de cinco, e o Neymar pontuou que no Barcelona, onde enfrenta muita linha de cinco, os jogadores atuavam de uma forma diferente da que eu estava sugerindo”, revelou Micali em gravação para especial sobre o inédito ouro olímpico conquistado na Rio-2016, que a Globo exibirá na próxima quarta-feira.

“Neymar explicou como era [que o Barcelona jogava ao enfrentar uma linha de cinco] e matou, era perfeito”, concluiu Micali, que gostou e acatou a sugestão do atacante.

O resto, como dizem, é história. A seleção olímpica fez seis gols, dois de Neymar, não tomou nenhum e se classificou à final com a Alemanha.

O especial da Globo trará imagens registradas pelos celulares dos próprios jogadores, como as feitas pelo zagueiro Caio no vestiário após o jogo, que capturou o clima nos bastidores com os jogadores festejando ao canto de “o campeão voltou”.

O programa trará ainda depoimentos de jogadores como Neymar, Gabriel Jesus, do goleiro Weverton e do técnico Micali.

 

 


Estreia de Robson Conceição nem pareceu que foi a sua 1ª luta profissional
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Eduardo Ohata

Ouro na Olimpíada Rio-2016, Robson Conceição, 28, nem pareceu que estava fazendo sua primeira luta profissional neste sábado à noite, com uma clara vitória por pontos sobre o norte-americano Clay Burns, na preliminar do duelo entre o filipino Manny Pacquiao e Jesse Vargas, o que por si só já coloca pressão sobre os ombros dos boxeadores que participam de uma programação de tal magnitude.

O baiano, treinado por Luis Carlos Dórea, o mesmo que levou Popó a seu primeiro título mundial, muito à vontade, mostrou muitas qualidades contra um rival mais experiente, que entrou no ringue com 4 vitórias, 2 derrotas e 2 empates.

Nem a pressão e agressividade, mesmo que atabalhoada, do americano fez com Robson perdesse a tranquilidade, o que seria perdoável por se tratar de um estreante.

Mas não, Robson, paciente, lançou golpes em combinações, trabalhou bem a linha de cintura e soube administrar a energia para um número maior de assaltos, o que são características de um veterano de algumas lutas profissionais já.

O brasileiro, apelidado de “Nino”, tampouco se movimentou desnecessariamente, pecado de muito lutador que faz a transição de amador para profissional.

Além do trabalho do estafe do brasileiro, isso se deve também à aproximação das regras do amadorismo às do profissionalismo (ênfase na agressividade, aposentadoria do sistema computadorizado que privilegiava os “toques” em vez dos golpes contundentes, retirada do capacete protetor etc) e de sua participação na World Series of Boxing, liga semi-profissional da Aiba (entidade que controla o boxe olímpico).

Início promissor.


Ouro na Rio-2016, Robson Conceição aposta em título mundial na sua 4ª luta
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Eduardo Ohata

Campeão olímpico dos leves na Rio-2016, Robson Conceição aposta que tem condições de chegar a um título mundial em sua quarta luta. O baiano faz sua estreia profissional no próximo sábado, em Las Vegas, na preliminar do duelo entre o filipino Manny Pacquiao e Jessie Vargas, que decidem o títulos dos meio-médios da OMB.

“Vamos ver como me saio em minhas três primeiras lutas, mas acredito que tenho condições de disputar um título mundial em minha quarta ou quinta luta”, afirmou Robson ao blog, após ser questionado sobre outros atletas que disputaram cinturões mundiais em um tempo relativamente curto. “Acho que boxe para isso eu tenho.”

Durante a entrevista coletiva em setembro para oficializar que havia assinado com a empresa promotor Top Rank, Robson e seu estafe inicialmente assumiram uma postura conservadora e previram uma disputa por um título mundial em mais ou menos dois anos.

Porém até mesmo o técnico de Conceição, Luis Carlos Dórea, que treinou o ex-campeão mundial Popó e do UFC Junior Cigano, admite que o pupilo pode ter um caminho abreviado até a disputa por um título mundial.

“É isso mesmo, [uma disputa por título na quarta ou quinta luta] pode acontecer. Um atleta que chega a ser campeão olímpico como o Robson já mostrou que é diferenciado”, argumentou um entusiasmado Dórea.

Só a título de comparação, Popó disputou seu primeiro título mundial em sua 21ª luta e  no quinto ano de carreira.

É raro, mas já houve casos de lutadores que conquistaram títulos mundiais na terceira luta e até quem estreou como profissional em uma disputa de cinturão mundial.

Vazyl Lomachenko conquistou o título dos penas da OMB em seu terceiro combate, em 2014.

O ucraniano, aliás, é um “velho conhecido” do brasileiro. Conceição derrotou Lomachenko no Mundial amador de 2011 por pontos (20 a 19), mas viu o resultado ser revertido para uma vitória do ucraniano, durante a madrugada, no tapetão. Ambos são providos pela Top Rank.

O tailandês Saensak Muangsurin foi campeão meio-médio-ligeiro do CMB também em sua terceira luta como profissional, em 1975.

O americano Pete Radamacher estreou em uma luta por título mundial, contra Floyd Patterson, após conquistar o ouro na Olimpíada de Melbourne-56. Perdeu, mas não sem antes levar o campeão à lona algumas vezes.

O próprio Todd DuBoef, presidente da Top Rank, deixa a decisão de quanto disputar um título nas mãos do estafe dos lutadores.

“Há desde uma estratégia muito agressiva, como o foi o caso do Lomachenko, até as mais tradicionais, quando o lutador disputa o título em dois anos. Essa decisão cabe à equipe do boxeador, não sou eu que decido”, diz DuBoef.

A própria estreia de Robson acontece em uma distância diferente, em seis assaltos (geralmente as estreias profissionais têm 4 assaltos). Seu adversário, o americano Clay Burns, tem 8 lutas (4 vitórias, todas por nocaute, 2 derrotas e 2 empates).


Na ressaca da Rio-2016, atletas olímpicos perdem até os planos de saúde
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Eduardo Ohata

Atletas olímpicos que competiram na Rio-2016 foram surpreendidos nesta segunda-feira com a notícia de que ficarão sem seus planos de saúde a partir do dia 31 de dezembro deste ano.

Uma circular orientava presidentes de confederações nacionais a recolher as carteirinhas do plano de saúde com os desportistas logo após o fim do contrato para prevenir “constrangimentos” causados pelo “uso indevido do seguro”.

Tratava-se de um benefício que os desportistas recebiam por meio do COB (Comitê Olímpico do Brasil) de um dos patrocinadores da entidade, a Bradesco Seguros.

Comunicado do COB às confederações, que irritou desportistas

Comunicado do COB às confederações, que irritou desportistas

A forma do documento, tanto quanto o teor, irritou desportistas que tiveram acesso ao comunicado do comitê para as confederações (veja ao lado). Um deles o encaminhou ao blog.

No entender de alguns deles, não é esse o tratamento adequado a alguém que se esforçou para representar o país nos Jogos Olímpicos.

O corte do plano de saúde não é um caso isolado.

Após a Rio-2016, as confederações e seus atletas já foram abaladas por cortes brutais nos valores de patrocínios de estatais e já reclamaram que o aporte via Lei Piva diminuiu, provavelmente pela menor quantidade de apostas registradas por conta da crise econômica.

O próprio Comitê Rio-2016 tem uma dívida de pelo menos R$ 200 milhões a saldar com fornecedores.

Contatado na tarde de ontem, o COB não havia se manifestado até o fim da noite desta segunda.


Eterno 1º medalhista, Servílio vira candidato e dispara contra confederação
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Eduardo Ohata

Primeiro medalhista olímpico do boxe brasileiro, Servílio de Oliveira, 68, encabeça chapa para a presidência da Confederação Brasileira de Boxe. Seu vice na eleição prevista para acontecer entre janeiro e março de 2017 será o ex-boxeador Sidnei Dal Rovere.

O atual presidente da CBB é Mauro Silva, que tentará a segunda reeleição.

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Servílio de Oliveira, 68, medalhista na Olimpíada do México-68, mostra sua medalha

“Soube que a confederação recebeu no ano R$ 7 milhões, oriundos da Lei Piva [verba das loterias], Petrobras, Lei de incentivo ao esporte. Não é possível termos ganhado só uma medalha na Rio-2016 [o ouro de Robson Conceição]”, critica Servílio. “Com o dinheiro disponível, dá para trabalhar a base, incentivando todos os estados, fazendo com que a verba chegue a todos redutos e federações.”

Servílio invoca seu currículo para justificar a decisão de se candidatar.

“Estou envolvido com o boxe desde os 12 anos, como atleta, conquistei a primeira medalha olímpica brasileira do boxe, técnico, supervisor, manager, quando fiz um campeão mundial [Valdemir Pereira, o Sertão], acho que tenho o potencial para ser presidente”, enumera o ex-lutador. “Também me sinto capacitado porque sigo ‘lutando’. Entrei para a faculdade aos 62 anos e, em 2015, me formei bacharel em direito.”

Há, até o momento, uma terceira chapa que concorre ao pleito, a do piloto Ciro Baumann e do ex-boxeador e advogado Alex Oliveira.

Se Servílio critica o perfil “militar” (autoritário) de Silva, Alex afirma que há irregularidades ligadas à transparência na confederação e que o estatuto foi alterado recentemente de forma a restringir a participação democrática no pleito.

“O estatuto é claro, inclusive eu tenho que seguir”, responde Silva. “E o Brasil nunca viu o boxe olímpico no nível como o atual, com resultados em duas olimpíadas seguidas.”


Atletas reclamam de medalhas da Rio-2016 descascadas; Comitê oferece recall
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Eduardo Ohata

Atletas que subiram ao pódio durante a Olimpíada Rio-2016 se decepcionaram poucas semanas após os Jogos ao constatar que suas medalhas começaram a “descascar”, perdendo a película de tinta que as cobriam.

Medalhistas relataram o problema ao blog e encaminharam fotos das suas medalhas. A cor da medalha não importou, já que as coberturas de ouro, prata e bronze descascaram.

Medalha da Rio-206 descascada na parte da fente e nas laterais

Medalha da Rio-206 descascada na parte da fente e nas laterais

Um medalhista se mostrou chateado.

Outra, apesar de insatisfeita, afirmou que não pretende pedir para trocar, por motivos sentimentais.

A amigos e pessoas próximas que a aconselharam a pedir uma medalha nova porque a sua já estava “zoada”, argumentou que foi aquela a medalha que recebeu no pódio e que tem as “marcas de guerra”, pois esteve em contato direto com seu suor e lágrimas durante a Rio-2016.

O Comitê Rio-2016, ao ser questionado sobre o assunto, explicou que isso se deve ao mau uso e excessos cometidos com as medalhas. Deixá-las cair no chão ou pendurar três medalhas no pescoço de uma só vez, o que favorece uma situação em que uma fica raspando na outra, podem provocar danos, adverte.

O comitê explicou que há três opções para o atleta cuja medalha descascou ou apresentou algum outro problema, como amassados. Ele pode ficar com a medalha como está, pedir uma nova, ou verificar se a Casa da Moeda, que as cunhou, pode realizar reparos.

No caso de querer reparar ou trocar a medalha, o atleta tem que acionar sua confederação, que deverá entrar em contato com o COB (Comitê Olímpico do Brasil), que por sua vez levará o caso ao Comitê Rio-2016, que por fim encaminhará a medalha para a Casa da Moeda.

Segundo o Comitê Rio-2016, menos de 3% do número total de medalhas distribuídas (2.700) foram devolvidos, eliminando a necessidade de um recall total.

 


Sob ameaça de desfiliação, ministro viaja para falar com agência antidoping
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Eduardo Ohata

O ministro do Esporte, Leonardo Picciani, viajou para o Canadá, onde fará uma visita à sede da Wada (agência mundial antidoping).

A visita é de cortesia, mas tem claramente um tom político, especialmente à luz da recente ameaça da Wada de desfiliar o Brasil caso não entre em conformidade com seu código emitida logo após a Rio-2016.

Picciani pretende argumentar que o ministério vem de um período de transição, logo seguido pela organização da Olimpíada e dos Jogos Paraolímpicos.

Para mostrar em que o setor como um todo fala a mesma língua no Brasil, Picciani viajou acompanhado de Rogerio Sampaio, secretário da ABCD (Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem) e Eduardo de Rose, especialista em doping com forte presença no COB (Comitê Olímpico do Brasil).

Em meio aos Jogos Olímpicos do Rio, o setor enfrentou uma crise, quando o especialista em doping Luis Horta, ex-funcionário da ABCD acusou o COB de pedir para que o número de exames fora de competição diminuísse e o ministério de práticas que colocariam o sigilo dos testes em risco. COB e ministério negaram.

“[Nesta terça] haverá uma reunião na Wada em que eu e Rogério Sampaio vamos mostrar o esforço que o Brasil tem feito no controle de dopagem, nos mecanismos desenvolvidos para esse fim. Nós aprovamos recentemente uma legislação, com um processo para a instalação de um tribunal antidoping”, frisou Leonardo Picciani.

O tribunal independente, para evitar pressão de entidades esportivas, que julgará casos de doping no Brasil será formado por um número igual de homens e mulheres. No momento em que há protestos pela pouca representatividade da mulher em cargos de autoridade, o Conselho Nacional do Esporte (órgão do Ministério do Esporte) bateu na tecla da igualdade ao definir a composição do tribunal.

O CNE indicará os membros do tribunal, que não poderão estar no exercício de mandato em outros órgãos da justiça desportiva.


Agência Mundial antidoping diz que Brasil descumpre regras de seu código
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Eduardo Ohata

A Wada (Agência Mundial Antidoping) afirma, por meio de nota, que o Brasil não cumpre o código antidoping da entidade, que pedirá que o país se adeque a seu regulamento, e informou que se o Brasil não o fizer, receberá uma declaração de “fora de conformidade” em novembro. Tal fato, segundo especialistas, leva ao risco de o país deixar de ser credenciado pela agência mundial.

O alerta foi feito por um comitê independente da Wada que verifica o cumprimento do código mundial antidoping por seus países membros.

Segundo a Wada, Além do Brasil, que é representado pela Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem, Azerbaijão e Guatemala também correm o risco de serem considerados em definitivo países que não seguem o regulamento, caso não se adequem até novembro.

O comitê chegou a tal conclusão durante reunião no último dia 3.

Durante a Olimpíada do Rio-2016, um ex-funcionário da ABCD, o português Luis Horta, acusou o Ministério do Esporte, ao qual a ABCD estava submetida, de procurar diminuir o número de testes surpresa, ou fora de competição, em atletas brasileiros após reclamações do Comitê Olímpico Brasileiro. A pasta negou as acusações.

A Wada não listou quais seriam os itens do código mundial que o Brasil estaria desrespeitando.

Não havia ninguém na noite desta terça-feira no ministério para comentar a informação.