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Negócios de família atrapalham retorno de Levir Culpi para o Coritiba
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Eduardo Ohata

Prata da casa do Coritiba, onde iniciou a carreira como jogador, Levir Culpi foi procurado pelo presidente do clube, Rogério Portugal Bacellar, mas recusou o convite para dirigir a equipe. O treinador alegou motivos pessoais.

Bacellar chamou para si a responsabilidade de contratar um novo treinador, pois chegou a seu conhecimento que havia gente se apresentando como representante do clube conversando com técnicos.

''Só falei com o Levir, que não aceitou por sua família ter negócios na cidade, e com o Marcelo Oliveira, que declinou também por motivos pessoais'', esclareceu o presidente. ''Não falamos com mais ninguém, mas estão saindo na mídia nomes que jamais pensamos aqui para o Coritiba.''

O blog apurou que houve o caso de um treinador que foi procurado por quatro ''representantes'' do Coritiba que não tinham a permissão do clube para falar em seu nome.

Segundo Bacellar, quanto mais rápido um técnico for contratado, melhor, mas sem pressa para não cometer erros. Enquanto isso, a equipe seguirá comandada pelo interino Pachequinho, que inclusive fez um estágio na Europa.

O cartola aproveitou para rebater as críticas de Carpegiani, que ao deixar o comando do time criticou a ausência de reforços pedidos, a falta de compreensão e paciência da parte da diretoria.

''Pode ter faltado compreensão, mas os resultados não vieram. Acho que ele criticou por estar magoado. Se ele [Carpegiani] estivesse no meu lugar de dirigente, acho que ele teria demitido o Carpegianni. Dos reforços que ele pediu, acho que só o Ricardo, do Rioverdense, e o Longuine, do Santos, não vieram. Todos os outros foram de comum acordo com a comissão técnica, da qual ele fazia parte'', argumenta Bacellar. ''A gota d'àgua foi a derrota para o Asa de Arapiraca, um jogador nosso paga o time inteiro deles.''


Derby polêmico rende denúncia na federação a presidente do Corinthians
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Eduardo Ohata

Como consequência direta da polêmica criada em torno do derby do último dia 22, o Sindicato dos Árbitros de Futebol de São Paulo protocolou no Tribunal de Justiça Desportiva da Federação Paulista de Futebol denúncia contra o presidente do Corinthians, Roberto de Andrade.

O presidente da Safesp, Arthur Alves Junior, pede ao TJD que apure a declaração do cartola de que ''[o presidente do Sindicato de Arbitragem de São Paulo] foi demitido pela Federação Paulista de Futebol após supostos escândalos sexuais no fim de 2016''.

Alves Junior afirma que ''esses fatos são mentirosos, difamatórios e caluniosos'', ao pedir que o TJD ''apure os fatos e tome todas as providências cabíveis na esfera esportiva''.

O dirigente também considera entrar com ações nas esferas civil e criminal contra Andrade.

O presidente da Safesp atacou o Corinthians e a punição ao árbitro Thiago Duarte Peixoto, que cometeu erro grave no clássico entre Corinthians e Palmeiras.

Peixoto expulsou, equivocadamente, o volante Gabriel, que levou segundo amarelo por uma falta cometida, na verdade, por Maycon.

Alves Junior classificou como ''infeliz'' a declaração de Andrade de que Peixoto deveria ser banido do futebol.

Em resposta, em entrevista à Fox Sports, o presidente corintiano questionou a ética do presidente do sindicato ao citar o caso de suposto abuso sexual.


Globo só negocia com São Paulo após eleição, e retira proposta de R$ 20 mi
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Eduardo Ohata

A Globo só voltará a negociar os direitos de TV aberta do Brasileiro válidos a partir de 2019 com o São Paulo após a eleição à presidência do clube, marcada para abril, o blog apurou.

A emissora retirou da mesa de negociação proposta de R$ 20 milhões de luvas, realizada em dezembro passado. Na oportunidade, a oferta foi vetada pelo conselho deliberativo do clube por 78 votos contra 60, e foi comemorada como vitória política pela oposição.

Nos dias que antecederam a sessão, na qual o diretor financeiro, Adilson Alves Martins explicou como seria usado o dinheiro, conselheiros oposicionistas apontaram que havia o risco de esse dinheiro ser utilizado em ações eleitoreiras visando a campanha de reeleição do presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.

Falava-se, por exemplo, que Leco buscaria grandes contratações para alavancar dentro de campo sua campanha.

A Globo reconheceu que é inútil negociar em clima de eleições, após ter comprovado que interesses políticos pautam as decisões do conselho deliberativo. Por isso mesmo, a emissora apenas voltará a negociar os direitos de TV aberta depois do resultado do pleito.

Porém a emissora alerta que não necessariamente reapresentará a proposta de R$ 20 milhões de luvas que havia feito em dezembro. Aquela proposta já deixou a mesa de negociação com o clube do Morumbi.

A situação econômica do Brasil, que atravessa uma forte crise, foi citada várias vezes como fator a influenciar o valor a ser proposto.

A busca por outros direitos de transmissão também é citado como variável que pode interferir no cenário da retomada das negociações.

Além disso, no momento, a Globo é a única TV aberta a se interessar pela transmissão do Brasileiro a partir de 2019. Na TV por assinatura, o SporTV enfrenta a concorrência do canal Esporte Interativo.

Sem contar com o dinheiro da Globo, o clube dirigido por Leco lançou mão de empréstimos para honrar seus compromissos no início do ano.

O candidato da oposição é o ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta.


Consórcio apresenta condição para participar de licitação pelo Maracanã
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Eduardo Ohata

O consórcio liderado pela GL Events avisou em reunião com a Odebrecht que continua interessada na aquisição da concessão do estádio do Maracanã. Porém condicionou a apresentação de uma proposta ao acesso total às novas condições do equilíbrio econômico-financeiro com o Governo do Estado do Rio.

Ou seja, quer saber exatamente quanto pagará para administrar a arena carioca pelos próximos 35 anos e garantir que terá exatamente as mesmas condições financeiras oferecidas à francesa Lagardère, rival na concorrência.

Participaram do encontro esta semana, que durou cerca de duas horas e foi finalizado com uma vistoria do estádio, as diretorias do grupo GL, da CSM, do Flamengo e da Maracanã S/A.

Uma nova reunião, desta vez com representantes do governo, está marcada para depois do Carnaval.

 


Pimenta aponta herança de Aidar na gestão Leco e diz que não lhe dará cargo
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Eduardo Ohata

O ex-presidente do São Paulo e candidato de oposição, José Eduardo Mesquita Pimenta, nega que pensou em oferecer cargo ao também ex-presidente Carlos Miguel Aidar e acusa a situação, de Leco, de carregar uma forte ''herança'' ligada a Aidar.

Pimenta aponta que há vários cartolas que integraram a gestão Aidar nos quadros da atual gestão no Morumbi.

''A situação quer encobrir a realidade querendo me acusar de apoiar Aidar, o que é um grande absurdo, uma grande mentira'', rebate Pimenta. ''Já eles têm em seus quadros boa parte da turma que geriu o São Paulo na era Aidar.''

Declarações de Pimenta, captadas pelas TVs durante evento de inauguração de seu comitê eleitoral, esta semana, foram interpretados como uma oferta de cargo a Aidar da parte de Pimenta, em uma eventual gestão sob seu comando.

''Não existe pena permanente, na legislação brasileira não existe pena perpétua. Eventualmente podemos rever isso'', declarou Pimenta durante o evento, ao ser questionado sobre a exclusão de Aidar.

Pimenta procurou contextualizar, nesta sexta-feira, a sua polêmica declaração.

''Fiz referência às leis brasileiras e ao modelo de sociedade na qual o São Paulo se enquadra. Aidar teve grandes feitos no passado, mas se perdeu em seu retorno. Que um dia encontre a redenção dos seus atos. Mas comigo não trabalhará.''

Entre os cartolas que Pimenta apontou que ocuparam/ocupam cargos nas gestões Aidar e Leco estão Roberto Natel, Carlos Caboclo, Harry Massis Junior, Marcos Francisco de Almeida, José Moreira, Mário Jorge Ramon Quezada Paredes, Manuel José Mendes Moreira, Fernando Bracalle Ambrogi, Carlos Henrique Sadi, Rubens Antônio Moreno, Silvio Paulo Médici, José Alexandre Médicis, Vinicius Pinotti e Ataíde Gil Guerreiro, que rompeu com Aidar e chegou a agredi-lo.

Além de diretores, Pimenta aponta outros aliados de Leco que integraram a gestão de Aidar: João Paulo de Jesus Lopes, Júlio Casares, Leonardo Serafim dos Anjos e Osvaldo Vieira de Abreu.

Pimenta tem ao seu lado os ex-vices de Aidar Antônio Donizeti Gonçalves, o Dedé, e Douglas Schwartzmann, e o ex-diretor Dorival Decoussau.


Atletiba que não ocorreu é investigado e a multa pode chegar a R$ 8 milhões
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Eduardo Ohata

O Ministério Público e o Procon do Paraná abriram investigação para apurar os responsáveis pelo adiamento do clássico regional entre Atlético-PR e Coritiba, previsto para o último domingo. Só a multa, dependendo do que for constatado, pode chegar a R$ 8 milhões.

O Procon instaurou no dia seguinte ao clássico que não aconteceu um procedimento investigatório e já notificou a Federação Paranaense de Futebol e os dois clubes. O órgão quer ouvi-los para concluir de quem foi a culpa para aplicar as penalidades e pedir restauração ao bolso do público, que pode ir além do valor dos ingressos. Muitos arcaram com custos extra, com deslocamento etc.

O Estatuto do Torcedor prevê que para uma partida mudar de data isso tem que ser avisado com 48 horas de antecedência. Porém o clássico de domingo deixou de acontecer com milhares de pessoas já no interior do estádio.

Segundo o Procon, se de fato for identificado um ou mais culpados, o valor da multa pode chegar a até R$ 8 milhões.

A Promotoria de Justiça e Defesa do Consumidor de Curitiba instaurou nesta terça um procedimento para apurar o cancelamento.

Segundo o Ministério Público, os clubes e a federação deverão prestar contas, detalhadamente, do que ocorreu e se responsabilizar pelos danos causados aos torcedores que compareceram ao estádio. Porém a promotoria preferiu não falar sobre valores no momento.


Palmeiras marca para o dia 6 julgamento da validade de eleição de Leila
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Eduardo Ohata

A legitimidade, ou não, da eleição de Leila Pereira, dona da Crefisa e Faculdade das Américas, patrocinadoras do Palmeiras, a uma cadeira no conselho deliberativo do clube será definida dia 6 de março, oficializou edital publicado no fim de semana.

Leila foi eleita no último dia 11. Mas associados do clube questionaram oficialmente a candidatura de Leila. Eles alegaram, assim como fizera o ex-presidente Paulo Nobre, que ela não era sócia desde 1996 e que por isso não teria tempo de clube para concorrer.

Cumprir dois mandatos no conselho é pré-requisito para quem quer, no futuro, chegar à presidência do clube do Parque Antarctica.

No dia 6, primeira segunda-feira após o Carnaval, acontecerão duas sessões. A pauta cheia criou dúvida entre conselheiros se a sessão na qual será analisada a situação de Leila poderia até ser adiada para outra data, em uma sessão extraordinária.

A primeira definirá a situação de Leila e na segunda será eleito o novo presidente e vice do conselho.

Votarão na primeira sessão, que será presidida pelo atual presidente, Antonio Augusto Pompeu de Toledo, os conselheiros da formação atual. O voto será aberto, como aconteceu nos julgamentos dos ex-presidentes Luiz Gonzaga Belluzzo e Arnaldo Tirone.

Haverá uma explanação do caso, com acusação e defesa. A defesa, provavelmente, ficará a cargo do ex-presidente e padrinho político de Leila, Mustafá Contursi. Afinal, o título de sócia de Leila, em 1996, teria sido conferido por ele.

A acusação ficará a cargo de um conselheiro ou de um dos associados que questionaram a candidatura de Leila antes mesmo do pleito.

A tendência é de que o conselho ratifique a validade do título de Leila, já que até gente de outras chapas participou de sua campanha.

Porém, se ela for impugnada, a chapa Palmeiras Forte, de Mustafá perderá os 248 votos de Leila e, por conta do coeficiente eleitoral, a chapa perderia conselheiros eleitos a reboque da expressiva votação em Leila.

A diferença de votos seria ''distribuída'', proporcionalmente, entre as outras três chapas.

A segunda sessão da noite definirá o presidente e vice do conselho deliberativo e será presidida pelo presidente do executivo, Mauricio Galiotte. Esse pleito, sim, em voto secreto, como é tradição no clube.

Seraphim Del Grande é, até agora, candidato único à presidência do conselho. Mas o prazo de inscrição termina no dia 24. Nos corredores do clube comenta-se que a UVB pode lançar também um candidato, Sylvio Mukai.

A grande disputa, porém, deve ficar por conta da vice-presidência. Dois membros do grupo Palestra apresentam-se como candidatos: Carlos Faedo e Guilerme Pereira, filho de Clemente Pereira.

Faedo, que deve contar com o apoio de Mustafá e por isso é o favorito, enfrenta rejeição dentro do próprio grupo do ex-presidente, o que pode abrir oportunidade para Guilherme.


Andrade escapa de impeachment, mas enfrentará novo desafio em dois meses
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Eduardo Ohata

O presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, que escapou do impeachment na noite desta segunda-feira, enfrentará novo desafio na arena política dentro de dois meses, quando as contas referentes à gestão do ano passado serão votadas no conselho deliberativo.

De novo, o mandatário terá de mostrar articulação política para dirigir o clube, já que o item C, do artigo 106 do estatuto do clube aponta que será motivo para requerer a destituição da administração, presidente e vices, não ter as contas de sua gestão aprovadas.

Não é segredo que pesou, e muito, o apoio do ex-presidente Andres Sanchez para Andrade se manter no cargo. A paz foi selada em uma reunião de emergência, na última sexta-feira. Até então, Andres e Andrade andavam distantes.

A questão é se Andrade contará daqui a dois meses, de novo, com o apoio de seu ex-padrinho político para demonstrar força.

Andres quer que Andrade deixe a casa em ordem, que arrume politicamente o clube. Ou seja, quer que deixe claro quem é situação e oposição, e qual é o papel de cada um, o que em sua visão ajudaria a acabar com o desequilíbrio pelo qual o clube passa atualmente.

E orientou Andrade a deixar de lado a política centralizadora e que fique aberto às pessoas à sua volta que podem ajudá-lo.


Georges St-Pierre explica o porquê de luta com Anderson não ter acontecido
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Eduardo Ohata

Logo que foi anunciado que Georges St-Pierre, ex-campeão meio-médio do UFC, retornará aos octógonos, o primeiro duelo em que todos pensaram foi uma superluta com o brasileiro Anderson ''Spider'' Silva, ex-campeão dos médios do UFC.

Mas, em 2014, durante passagem pelo Brasil para evento promocional da Under Armour, sua patrocinadora, logo após o anúncio de sua aposentadoria, o canadense já havia explicado porque um duelo com Anderson Silva jamais havia acontecido.

''Não me sentiria confortável subindo para a categoria dos médios, e jamais me fizeram uma oferta para uma luta em um peso combinado [entre meio-médio, cujo limite é de 77 quilos, e médio, peso que vai até 83 quilos]. Sempre que se falou no assunto comigo, era para eu subir para o peso dele'', justificou à época St-Pierre, considerado um dos melhores lutadores de MMA da história, quando perguntei sobre a ''superluta''.

Ao ser confrontado com a informação de que no Brasil a versão era de que a oferta havia sido em um peso combinado, o canadense desmentiu prontamente. ''Não, nunca houve isso. Sempre foi para eu lutar no peso dele'', reiterou o lutador.

Mas, de fato, desde aquela época, o canadense era o adversário favorito de Anderson para uma superluta.

O brasileiro rechaçava a ideia de enfrentar o meio-pesado Jon Jones [limite de 93 quilos], mas falava sempre em St-Pierre.

Contra St-Pierre, Anderson teria a vantagem no tamanho, já que por vezes compete como meio-pesado, uma categoria àcima da sua, e já demonstrou ter mais pegada do que o canadense.

Pior, ao subir de peso, e contra um adversário naturalmente maior, a tendência é de que os socos de St-Pierre percam ainda mais a efetividade.


Dívida de R$ 185 mi vira arma por impeachment de presidente do Corinthians
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Eduardo Ohata

O impeachment do presidente do Corinthians, Roberto de Andrade, é uma forma de blindar o clube do risco de ser excluído do Profut (Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal) e perder o refinanciamento e abatimento de multa e juros referentes à sua dívida fiscal, argumentam conselheiros na reta final para a votação do impeachment, prevista para esta segunda-feira.

''O clube feriu as regras do Profut quando o Roberto [Andrade] assinou documento como presidente antes de ter assumido, quando negou vistas ao contrato com a Omni e ao enviar documento com informação errada para a CVM [Comissão de Valores Mobiliários]'', explica Romeu Tuma Jr., ex-secretário nacional de justiça e conselheiro que aceitou se pronunciar oficialmente sobre o assunto.

Segundo Tuma Jr., sobre o terceiro ponto, o clube teria comunicado à CVM que fechara com a Omni contrato de concessão para exploração comercial de estacionamento. Mas, na realidade, o contrato com a Omni contemplaria uma simples locação de espaço de estacionamento.

''Isso prova que eles [direção] sabiam que a Omni não tinha alvará e por isso teria que terceirizar'', argumenta o conselheiro. ''O Profut foi ferido por atos de gestão temerária, falta de transparência e envio de informações falsas à autoridade [CVM].''

Segundo conselheiros de oposição, isso elimina o fator político do pedido de impeachment, transformando em uma questão técnica.

''A Lei do Profut prevê que se a Apfut [Autoridade Pública de Governança do Futebol] entender que o clube fiscalizou irregularidades e adotou mecanismos para responsabilizar o dirigente que as causou, pode deixar de comunicar a Receita Federal para que faça a efetiva exclusão do parcelamento das dívidas e o retorno dos juros e correção'', finaliza o conselheiro.

A dívida fiscal do Corinthians girava em torno de R$ 185 milhões no ano passado, conforme informou o Blog do Rodrigo Mattos http://rodrigomattos.blogosfera.uol.com.br/2016/04/23/divida-do-corinthians-aumenta-r-140-milhoes-em-2015/?debug=true

Andrade entrou em contato com o blog, por meio de sua assessoria de imprensa, e disse que a informação de que o refinanciamento das dívidas com a União está em risco não procede. Porém não explicou o motivo.